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Empresa envolvida em acidente com Boechat não podia transportar passageiros

A empresa estava certificada para prestar serviços de aerofotografia, aeroreportagem e aerofilmagem.

Marcos Rocha

Publicado

em

Matheus Herrera | Arquivo pessoal

A empresa RQ Serviços Aéreos Especializados Ltda, dona no helicóptero de matrícula PT-HPG, que caiu nesta segunda-feira (11) no acidente que matou o jornalista Ricardo Boechat, 66, não estava autorizada a fazer o serviço de taxi aéreo, ou seja, a transportar passageiros de forma remunerada, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

A empresa estava certificada para prestar Serviços Aéreos Especializados (SAE), que incluem aerofotografia, aeroreportagem e aerofilmagem.

“Qualquer outra atividade remunerada fora das mencionadas não poderia ser prestada. Tendo em vista essas informações, a Anac abriu procedimento administrativo para apurar o tipo de transporte que estava sendo realizado no momento do acidente”, afirmou a Anac, em nota.

A aeronave era pilotada por Ronaldo Quatrucci, que também morreu no acidente. Segundo a Anac, as licenças e habilitações do piloto estavam válidas.

 

 

 

CONTATO: [email protected] | Editor-chefe do Conexão Política, residente e natural de Campo Grande/MS, assistente de gabinete junto ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ/MS) e estudante de Ciências Jurídicas.

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1 Comentário

1 Comentário

  1. Daniel

    12.02.2019 at 10:45

    Se não pode transportar passageiro, a fotografia ou filmagem seria feito por quem?

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