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Ultimas informações sobre o estado de saúde do presidente Bolsonaro

O médico disse que está mantida a dieta cremosa com boa aceitação.

Redação

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Divulgação | PR

O médico Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo, cirurgião-chefe que realizou a operação de correção de hérnia incisional no presidente da República, disse que Jair Bolsonaro deverá receber alta médica o mais breve possível.

Segundo boletim médico divulgado na manhã deste domingo, Jair Bolsonaro continua a apresentar melhora progressiva.

O presidente “permanece sem dor, afebril e com melhora dos movimentos intestinais”, informa o hospital Vila Nova Star.

De acordo com o boletim, está “mantida a dieta cremosa com boa aceitação e, hoje, daremos início a redução do volume da alimentação parenteral.”

A operação

No último dia 8, o cirurgião ressalvou que a operação demorou mais do que o previsto em razão de o intestino no presidente da República estar fortemente aderido na parede abdominal.

Normalmente uma hérnia não demora tudo isso que demorou. Mas aí a gente não contava que tinha aderido tudo de novo em relação a cirurgia de 28 de janeiro. Isso teve de ser feito com muito cuidado, você não pode machucar o intestino em hipótese nenhuma. Teria sido melhor se [a cirurgia] fosse com duas horas, teria sido mais fácil”, disse.

O médico apontou ainda que a hérnia desenvolvida por Bolsonaro decorreu do ferimento da facada e das cirurgias posteriores.

Houve uma lesão grave da parede abdominal que ficou muito fraca. Além disso, durante a facada ele desenvolveu uma peritonite, no dia 12 de setembro do ano passado ele foi operado já aqui em São Paulo dessa peritonite. Isso infectou muito a parede, deixou a parede muito enfraquecida, o que necessitou [agora] da correção dessa hérnia”.

Segundo o médico, há uma pequena chance, de aproximadamente 6%, de haver uma recidiva da hérnia, ou seja, o problema voltar a ocorrer no mesmo local.

O cirurgião, no entanto, diz que encontrou tecidos em boa condição e que a probabilidade de isso ocorrer é muito pequena.

O tecido que nós conseguimos unir e reforçar é um tecido mais musculoso, mais forte, mais nutrido, então é difícil de se imaginar que vai haver recidiva. Ele [Bolsonaro] está do ponto de vista clínico, do ponto de vista geral, muito bem, não tem sinais de cansaço, de esgotamento de nada”, disse.

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