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Twitter toma decisão sobre ‘marchinha de carnaval’ que faz referência ao abuso sexual sofrido por Damares

Grupo diz estar sendo alvo de ‘fake news’ da direita.

Redação

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Reprodução

Após grande petição na Internet, o Twitter decidiu remover a publicação de um vídeo que traz uma marchinha de carnaval que faz críticas contra a ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves.

Ao justificar a remoção, a rede social alega que a paródia violou as regras da comunidade virtural.

O grupo responsável pelo conteúdo é a ‘Família Passos’, conhecido entre os simpatizantes da esquerda por criar ‘marchinhas’ com teor político.

A “música” faz chacota com a proposta de abstinência sexual proposta pela ministra.

Abaixo um trecho da música:

– Quem deu, deu
Quem não deu, não Damares!

Damares e o pé de goiabeira

O grupo fez referência, inclusive, ao episódio da ‘goiabeira’, em que Damares relatou que sofreu abuso sexual na infância. Na época, com 10 anos de idade, ela disse que ao tentar cometer suicídio, viu Jesus no ‘pé de goiabeira’.

– Na Goiabeira
Ou em todos os lugares
Quem deu, deu
Quem não deu, não Damares!

“Aos 10 anos de idade eu quis me matar. No dia que eu estava com a substância em cima daquele pé de goiaba aconteceu algo extraordinário. Eu estava em cima do pé de goiaba com o veneno na mão e quando eu ia comer o veneno, eu vi Jesus se aproximando do pé de goiaba. Eu tive uma revelação extraordinária. Acreditem nisso. Jesus quer se revelar de uma forma sobrenatural para as crianças. Eu tive a minha experiência, aos 10 anos, com Jesus em cima do pé de goiaba. E foi incrível”, relatou Damares em 2018.

O perfil da ‘Família Passos’ recebeu diversas denúncias de usuários da plataforma

O outro lado

Ainda no Twitter, o grupo publicou uma ‘thread’ sobre a repercussão do vídeo.

Em um dos posts, diz que criou grupos no Whatsapp para ‘viralizar’ o conteúdo removido pelo Twitter.

Os integrantes chamam a remoção de ‘seletividade’.

Para eles, a campanha “se restringe a uma crítica bem humorada sobre a campanha de abstinência”.

Ainda segundo eles, a medida é “obscurantista, retrógrada e ineficaz”.

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