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Twitter ajusta sinalizadores de “desinformação” para torná-los mais fáceis de serem detectados

Thaís Garcia

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Imagem: Reprodução

O Twitter está reformulando seus rótulos de “desinformação” para torná-los mais fáceis de serem identificados pelos usuários. A rede social, que no início deste ano começou a rotular contas de usuários e de sites de notícias em sua plataforma de “mídia falsa” ou “manipulada”, bem como “conteúdo enganoso” sobre as eleições americanas e informações do vírus chinês, quer agora tornar suas bandeiras mais “abertas” e “diretas”.

Os ajustes incluem “dar aos rótulos uma cor magenta-avermelhada mais visível”, bem como “sinalizar usuários que postam informações falsas de forma consistente”, disse o Chefe de Integridade do site do Twitter, Yoel Roth, à Reuters.

Os esforços de censura do Twitter ganharam mais atenção em maio, quando pela primeira vez a rede social colocou no modo oculto uma das postagens do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em seu perfil. A empresa disse que Trump “violou as regras sobre a ‘glorificação da violência’”.

O Presidente dos EUA postava sobre a cidade americana de Minneapolis, que passou noites consecutivas de protestos violentos e destrutivos do BLM. Trump disse que “enviaria a Guarda Nacional” para o local e completou escrevendo que “quando a pilhagem começa, o tiroteio começa”. Essa segunda mensagem foi escondida pelo Twitter por “glorificar a violência”.

Até o momento, o Twitter já rotulou ou colocou sobreposições de aviso cinza em dez tweets de Donald Trump.

No mês passado, o Twitter anunciou que rotularia ou removeria postagens alegando vitória eleitoral antes que os resultados das eleições americanas fossem certificados.

A porta-voz de Trump, Samantha Zager, disse à Reuters em um comunicado que “em todas as plataformas de mídia social”, está claro que a Máfia do Vale do Silício cria regras arbitrárias que não se aplicam igualmente a todas as contas e, em vez disso, são usadas para silenciar quaisquer opiniões em oposição às defendidas pela Elite liberal da Big Tech”.

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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