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EUA

Trump ameaça “entrar e dominar” cidades que não resolverem onda de violência

Guilherme L. Campos

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O presidente Donald Trump voltou a criticar o que chama de ‘cruzada anti-polícia’ nas grandes cidades americanas que têm sido alvos de violência crescente incentivada sobretudo por atos de movimentos extremistas como Black Lives Matter e Antifa que voltaram às ruas do país após a morte de George Floyd, em Minneapolis.

“O crime violento está crescendo nas cidades deles”, disse Trump em um evento ontem (13) na Casa Branca. “São todas cidades de extrema esquerda onde eles não entendem o que deve ser feito. Se é isso que você deseja para um país, você provavelmente precisa votar no ‘Sonolento’ Joe Biden, porque ele não sabe o que está acontecendo.

Trump sinaliza há algumas semanas que seu governo planeja tomar medidas para o restabelecimento da lei e da ordem em diversas cidades americanas. Em Kansas City, Missouri, por exemplo, o Departamento de Justiça anunciou na semana passada o envio de agentes federais para cessar a onda de violência que já resultou em pelo menos 99 assassinatos somente este ano.

“Faremos coisas nas quais vocês ficarão muito impressionados”, disse o presidente aos policiais presentes no evento da Casa Branca. “Os números vão diminuir, mesmo que tenhamos que entrar e dominar cidades, porque não podemos deixar isso acontecer. Quando você tem 20 pessoas mortas, 22 pessoas mortas em um fim de semana em Chicago, quando você tem 88 tiroteios, isso nem é concebível. Isso é pior do que qualquer zona de guerra em que estamos, muito. Nós não vamos deixar isso continuar. “

“Devemos esperar que eles [prefeitos e governadores] liguem, mas eles não ligam”, disse Trump. “Pedimos a Chicago, você gostaria que nós ajudássemos? E eles não querem dizer nada. Chamamos muitas cidades … fizemos um ótimo trabalho em Portland [Oregon]. Portland estava totalmente fora de controle. Nós o reprimimos muito. ”

O presidente também citou o aumento nos tiroteios nos últimos dois meses em cidades como Chicago, Nova York, Filadélfia, Atlanta e Minneapolis, incluindo atos nos quais policiais foram mortos.

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Católico, Conservador, Correspondente Internacional, Observador Político e criador do 'Direto da América'. Atualmente vive no estado da Pensilvânia, Estados Unidos.

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