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Série de vídeos pertubadores sobre “educação sexual” doutrinam crianças com “conselhos” explícitos sobre transexualismo no YouTube

Thaís Garcia

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Série de vídeos pertubadores sobre “educação sexual” doutrinam crianças com "conselhos" explícitos sobre transexualismo no YouTube 21
Imagem: Reprodução/ YouTube Sex-ed School

Uma série de vídeos perturbadores sobre “educação sexual” e transexualismo foram compartilhados on-line no YouTube para o público infantil, provocando indignação generalizada. Os vídeos, produzidos por um grupo canadense de “educação sexual”, o “Sex-ed School“, abordam questões de transexualismo, masturbação e sexualidade com salas de aula cheias de crianças.

Eles apresentam Nadine Thornhill, que é descrita como “uma das principais especialistas do Canadá em sexualidade de crianças e adolescentes” e Eva Bloom, uma “educadora de pesquisa e sexualidade online”.

Em um episódio, intitulado “Gender” (Sexo), as duas “educadoras” explicam o termo “não-binário” e insistem que o sexo não é biologicamente determinado. Em vez disso, elas afirmam que é um conceito completamente fluido.

As “instrutoras” não deixam espaço para um desacordo. Em vez disso, as “educadoras” jogam o jogo “verdadeiro ou falso”, “informando” as crianças dos “fatos concretos” sobre o transexualismo.

“Todo mundo nascido com uma vulva é uma menina: verdadeiro ou falso?”, pergunta a “instrutora”. A maioria das crianças responde “verdadeiro”.

“Nem todo mundo tem certeza, e isso faz sentido. Nossos órgãos genitais, na verdade, não determinam nosso sexo. Algumas pessoas nascidas com vulvas são meninos”, diz a “professora”.

O jogo acontece na marca de 1:42 min. do vídeo.

Em seguida, uma pessoa trans, “Kaleb”, é trazida para ensinar às crianças mais jovens sobre injeções de hormônios, vestir-se como travesti e “transição de sexo”.

“Kaleb” pergunta às crianças sobre suas identidades, e diz que elas podem ser quem ou o que elas quiserem ou com o que elas se identificarem. Essa interação começa por volta de 3:00 minutos no vídeo.

“Eu sou um banheiro”, diz uma das crianças, provocando risos de seus colegas.

“Não acredito que o banheiro seja um sexo”, responde “Kaleb” instintivamente, sabendo que é uma resposta absurda. No entanto, “Kaleb” muda rapidamente de atitude ao perceber que a cultura e não permite que pessoas de fora determinem o sexo e faz uma correção. “Mas talvez seja para você”, diz “Kaleb”, confirmando às crianças que se elas querem se identificar como um banheiro, isso é perfeitamente “normal”.

“Kaleb” falou às crianças sobre a sua infância como “sexo não-binário”. A história de vida de Kaleb pareceu deixar as crianças completamente confusas.

“Para mim, na minha vida cotidiana, eu era uma garota. Mas quando subia ao palco para me apresentar, eu era homem e usava pronomes como ele e dele”, disse “Kaleb”.

“Depois vieram as injeções de hormônios. Isso mudou minha voz e meu corpo um pouco. Eu basicamente passei por uma segunda puberdade quando tinha 20 anos. Eu tenho que tomar [a injeção hormonal] toda semana”, explicou “Kaleb”.

“Kaleb” continuou falando sobre detalhes íntimos de sua cirurgia de mudança de sexo às crianças.

“Tirei meus seios. Eu tenho cicatrizes no peito. Eu realmente só falo sobre o que está na minha calça para as pessoas que estão entrando lá”, disse “Kaleb”.

Ensinando a masturbação
Em outro vídeo intitulado “Love is Love”, as “instrutoras” explicam as “maravilhas” da masturbação e descrevem o ato como um importante “amor próprio” que as pessoas fazem quando querem se sentir bem. Elas perguntam às crianças sobre “coisas que podem acontecer quando você se masturba, já que algumas pessoas consideram a masturbação uma forma de amor próprio”.

Este “conselho” perturbador dado a crianças novas, acontece na marca dos 5:12 minutos do vídeo. No vídeo também é discutido sobre “amar os outros” e não parecem fornecer limites quanto a sexo e relacionamentos sexuais.

“O que significa masturbar-se?”, pergunta uma garota claramente confusa.

“É basicamente quando você se toca por prazer sexual. Tocando seus órgãos genitais de uma maneira que se sente bem”, responde a “professora”, enquanto a turma inteira se sente desconfortável.

A “professora” acrescenta que a masturbação é boa porque “você pode se sentir bem sozinho e não precisa fazer sexo com outra pessoa”.

Conteúdo impróprio
O vídeo mostra claramente que esses ativistas LGBTs apresentam um conteúdo totalmente impróprio para crianças muito novas. Segundo o próprio canal diz, a Sex-Ed School é uma “série divertida e educativa do YouTube sobre sexualidade e relacionamentos saudáveis para jovens de 9 a 12 anos”.

Em outro vídeo, duas rainhas mal vestidas podem ser vistas com o grupo de crianças a seus pés (minuto 3:12).

“Oi, eu sou ‘Facelift’ e uso os pronomes ela / dela, e estou com uma identificação esquisita”, explica o homem barbudo, antes de a dupla iniciar um diálogo sobre transexualismo.

A certa altura, um garoto pergunta: “como você ensina alguém a ser gay?”.

“Bem, se alguém é gay, digita na internet ‘eu quero aprender o que é homossexualidade’. Existe a internet para isso”, responde o travesti à criança.

Os vídeos começaram a se espalhar pelo Twitter, e muitos, escandalizados, responderam aos vídeos com horror e preocupação.

“Venho reclamado disso. Vejo isso como uma preparação”, twittou uma pessoa.

“Quem são esses pais no mundo que permitem que seus filhos façam parte dessa loucura?!. Isso é um abuso … confundi-los intencionalmente e possivelmente assustá-los por toda a vida com esses tipos de perguntas e comentários. É perturbador”, acrescentou outro.

É possível assistir os vídeos neste link aqui. No entanto, além do material ser pertubador, é importante lembrar que a cada clique e visualização dos vídeos, o leitor estará contribuindo para a monetização de um grupo de ativistas LGBTs que tem como alvo destruir os valores e a identidade das crianças e famílias.

A intenção desta matéria é advertir e conscientizar pais e educadores sobre esses vídeos, para que eles possam tomar decisões apropriadas sobre como seus filhos estão sendo ensinados sobre tópicos de saúde sexual e alertar sobre o perigo de certos conteúdos na internet, mesmo estes sendo voltados para o público infantil.

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Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais. Lutando pelos verdadeiros direitos humanos e pela Igreja Perseguida.

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