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Rio de Janeiro: Entre a Mudança e a Continuidade!

Davy Albuquerque

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De acordo com a pesquisa divulgada pelo Datafolha — na tarde deste sábado (06) — último dia antes das eleições — Wilson Witzel, ex-juiz federal e candidato ao Governo do Rio de janeiro pelo PSC, empatou com o Romário (PODEMOS) em 17% dos votos válidos — ou seja — Wilson que, declarou apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), tem chances reais de enfrentar o Eduardo Paes (DEM) num eventual 2º turno.

Dedico este artigo para todos os cariocas que, assim como eu, estão cansados de tanta corrupção e descaso por parte dos políticos

Hospitais com atendimento precários; escolas fechadas; alto índice de desemprego; servidores públicos e aposentados sem salários; falta de recursos para a segurança pública e etc. Não é novidade para ninguém que o Rio de Janeiro está enfrentando uma de suas piores crises da história — esquemas de corrupção ainda mais graves do que no resto do país e políticas populistas desconexas que quebraram completamente o Estado são apenas dois exemplos que levaram as contas públicas aos frangalhos — acarretando problemas graves na educação e segurança, por exemplo.

Um alerta para todos os cariocas

Votar no “menos pior” foi um pensamento que influenciou durante muito tempo o voto do carioca — em detrimento daquele que, no imaginário coletivo — é uma opção — mas não teria condição de vencer. Por exemplo, nas eleições de 2018 temos:

  • Romário: Busca se apresentar como uma boa opção — mesmo com várias denúncias de corrupção envolvendo o seu nome. É o candidato sem experiência de gestão e nenhuma proposta concreta — não reunindo a condição mínima para governar o Rio de Janeiro.
  • Eduardo Paes: Busca se apresentar como o gestor capaz de resolver todos os problemas do Rio de Janeiro; este, porém, representa a velha política, que no imaginário das pessoas é o menos pior, o candidato que “rouba, mas faz”, o que faz perpetuar a eterna ciclo de corrupção.

Tendo menos visibilidade que os dois acima — o candidato ao Governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel possui o seguinte currículo: Ex-juiz federal; exerceu a presidência da Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo; mestre em Processo Civil e professor de Direito Penal Econômico há mais de 20 anos, tendo passado por instituições como Fundação Getúlio Varga s (FGV) e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); doutorando em Ciência Política pela Universidade Federal Fluminense (UFF), foi oficial do Corpo de Fuzileiro Navais e defensor público estadual.

Por reconhecer que o Estado mergulhou numa crise sem precedentes, as pessoas preferem escolher Eduardo Paes pela experiência em gestão, mesmo sabendo que seu nome está envolvido em delações — considerando, também, que o menos conhecido e mais competente não teria a menor chance.

Por outro lado, a sociedade tem alcançado um nível maior de consciência política — deixando de lado o pensamento do “roubou, mas fez”, optando pela capacidade de gestão e experiência de caráter ilibado. Sendo que essas duas exigências têm sido o efeito que impulsiona a opção do voto pelo menos conhecido.

  • Wilson Witzel: É o candidato menos conhecido — porém — reúne capacidade de gestão, propostas concretas — com larga experiência no serviço público e nenhuma ligação envolvendo seu nome em processos de corrupção.

De acordo com os institutos de pesquisa, Wilson começou as eleições como um dos candidatos menos cotado para o 2º turno, com apenas 1% de intenção dos votos, em última colocação. Hoje, está em 2º lugar, empatado com o Romário, com 17%. Esse novo quadro proporciona uma ida para o 2º turno com Eduardo Paes, com grande possibilidade de vitória, considerando capacidade de gestão e caráter ilibado.

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Imagem: Reprodução | TV Globo

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Colunista político e editor-chefe do Conexão Política; Fundador do Movimento Brasil Conservador. Brasileiro com orgulho, cristão por convicção, política por vocação.

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