Receita de um absurdo (Sim, pedofilia é crime)

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Imagem: Divulgação | Conexão Política

Arroz, feijão, bife e batata frita. Talvez seja um dos pratos mais queridos pelo brasileiro. Principalmente pelas crianças… Ah, as crianças. Elas têm sido alvo constante de empreitadas e planos malignos, maliciosos, vindos de diversas direções. No entanto, não me aterei exatamente a este fato, neste momento.

Pois bem, aquele prato ora citado, talvez por sua simplicidade, baixo custo e sabor, seja tão difundido Brasil afora, com adaptações nos ingredientes, aqui e ali, a depender da localidade e disponibilidades.

No entanto, mais recentemente, tenho notado uma espécie de “endeusamento” de Chefs de cozinha, que ganharam status de celebridade de uns anos para cá. Alguns deles, como se sabe, são estrelas de reality shows em algumas emissoras. E embora saibamos que esse tipo de nível em excelência não seja alcançado de uma hora para outra, à custa de muito trabalho e determinação, devem-se evitar os exageros. Sempre.

E por que? Apesar de crer que seus pratos e suas criações sejam saborosas em sua maioria, não acredito, entretanto em unanimidade. Ou seja, não há como cravar que todo prato de Chef é sublime, é maravilhoso. Não.

Porém, há quem considere que sim. Que bastaria a simples “assinatura” de um desses mestres em gastronomia para que a “mágica” ocorra, tornando simples ingredientes em obras de arte palatáveis. Sendo eles capazes até, de certa forma, seguindo tal raciocínio, de transformar (com o perdão da analogia) lixo em pratos “saborosos”. Desde que possuam grife.

Imaginem só! Aproveitando o (gancho) sucesso da França na Copa, criar um prato: excréments d’ail. Divino, não? Até seria, caso não se tratasse apenas e tão somente de (argghh!) excrementos ao alho, com o nome em francês… Perceberam a manobra?

Obviamente, posso ter exagerado no exemplo. Todavia, utilizei-o para abrir caminho para o assunto a que realmente gostaria de aludir.

Vejamos. Será que determinado assunto, por mais absurdo que seja, ao ser “abordado, estudado, debatido e, finalmente, ACEITO”, digamos assim, por “especialistas”, não se tornaria, gradativamente, menos absurdo e vil, passando a ser, até mesmo, discutível e com ares de (pasmem!) normalidade. Seria, nesse caso, o “toque” do Chef.

Sabendo disso, gostaria de dirigir-me aqui àqueles que estão tentando conferir ares de normalidade a um desvio de personalidade inaceitável: a PEDOFILIA.

Isso mesmo! Não há análise de doutor, mestre ou PhD, neste mundo, que seja capaz de amenizar os efeitos de um crime terrível desse tipo na vida de uma criança e de sua família. Não há como usar de eufemismos para amainar o que é, por natureza, abjeto.

Não é possível aceitar que o ato de atacar de forma tão covarde seres indefesos passe a ser tratado como uma doença qualquer, e não mais como crime.

Inaceitável? Fora de cogitação? Pra mim e pra você, pra pessoas de bem, sim. No entanto, para quem, há alguns anos (refiro-me essencialmente à esquerda desse País) possui como meta a perpetuação no Poder, com aparelhamento do Estado, e doutrinação ideológica em níveis rasteiros, não.

Basta o “toque do Chef”. Com o perdão aos Chefs de verdade.

Ah, sim. Vale ressaltar aqui um exemplo típico da falta de lógica e coerência desse pessoal.

• Na visão deles, pedófilo é um doente que merece ser tratado, certo?

• Mas então, por que espernearam quando profissionais da mesma área
(Psicologia e afins) propuseram a chamada cura gay?

Eis a questão…

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