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“Que se limpe todo o entulho marxista que tomou conta das propostas educacionais”, diz Ricardo Vélez Rodríguez

Raul Holderf Nascimento

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Imagem: Reprodução | Twitter

Nesta última segunda-feira (19), O petista Mário Sérgio Cortella, ligado a Fernando Haddad, disse em entrevista à BBC, que as escolas militares ‘são são excelentes porque têm orçamentos superiores a qualquer outra escola’.

Ele ainda afirmou que não é necessário que ‘se traga a militarização [para] dentro da rede de escolas’.

“A Escola Naval, em Angra dos Reis, os colégios militares de Brasília, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica, a Escola de Engenharia do Exército são absolutamente admiráveis. Quem, em sã consciência, não gostaria que a excelência fosse essa? Aliás, elas são excelentes porque têm orçamentos superiores a qualquer outra escola. Se um dia eu fosse ministro da educação e tivesse recurso para colocar em todas as escolas públicas brasileiras o mesmo orçamento que tem a Escola Naval em Angra, não teria dúvida em fazê-lo. Esse é o nosso sonho. O que não é necessário? Que se traga a militarização dentro da rede de escolas. Isto é: copiar a conduta, enquanto padrão científico, a capacidade de formação, a seriedade e até a disciplina, mas não a disciplina militarizada porque ela tem outro tipo de objetividade. Uma pessoa que sai de uma escola militar na educação básica, sai com uma formação científica sólida. Eu quero isso para todas as escolas não é só o presidente Bolsonaro que quer”, declarou Cortella.

Em resposta, o futuro ministro da educação Ricardo Vélez Rodríguez, nomeado por Jair Messias Bolsonaro, discordou da declaração de Cortella.

Para ele, o primeiro passa para recuperar o sistema educacional no Brasil é limpando “todo o entulho marxista que tomou conta das propostas educacionais de não poucos funcionários alojados no Ministério da Educação”.

Vélez assegurou que, o sistema educacional miliar, não tem uma alta patente somente por ter altos investimentos. Ele diz que o ensino militar é excelente porque “há patriotismo e neles se faz o que de muito tempo não se faz em não poucas instituições públicas de ensino: estudo, disciplina, valorização dos docentes e amor pelo Brasil”.

Veja a resposta na íntegra:

“O que é necessário na educação, senhor Cortella? Em primeiro lugar que se limpe todo o entulho marxista que tomou conta das propostas educacionais de não poucos funcionários alojados no Ministério da Educação. Isso para início de conversa. Os Institutos Militares são excelentes lugares de ensino. Concordo. Mas não é, exatamente, questão de dinheiro. Eles são excelentes porque há patriotismo e porque neles se faz o que de muito tempo não se faz em não poucas instituições públicas de ensino: há estudo, disciplina, valorização dos docentes e amor pelo Brasil. Tudo que os petralhas e colaboradores não fizeram ao longo dos últimos anos! Isso, apesar de Lula e Companhia terem ‘contingenciado’ o orçamento das Forças Armadas, naquilo que os nossos militares mais queriam: garantir a proteção de fronteiras no Brasil, com o projeto Sisfron”.

Estudante de Letras, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho. Brasil acima de tudo!

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1 Comentário

1 Comentário

  1. João

    23.11.2018 at 12:24

    Sugiro que se faça um “revalida” anti-marxista anualmente em todos os funcionários do ensino no Brasil, pois assim o Ministro da Educação terá como medir o marxismo e a competência dos profissionais do ensino.

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