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Pedofilia, não!

Francisco Teodorico

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Pedofilia, não! 15
Imagem: Divulgação | Conexão Política

Meu primeiro artigo para o Conexão Política já começa em meio a uma tempestade que chega sem que as pessoas se dêem conta de sua capacidade de estrago, com uma crítica a um Projeto de Lei 134/2018 que sedimenta, acredite, a eventual futura legalização da pedofilia!

O suposto objetivo deste Projeto de Lei é combater o preconceito, mas quem define o que é preconceito?

Quando esse texto era escrito, tramitava no Senado Federal o Projeto de Lei 134/2018 (PL 134/2018) [1], de Marta Suplicy, que foi proposto pela OAB e representantes do movimento LGBT+. Este projeto abre caminho para futura legalização da pedofilia, zoofilia, necrofilia, etc. entre outros problemas relacionados ao tema, conforme veremos adiante. Precisamos enfrentá-lo com rigidez!

Antes de iniciar o relato do conteúdo do PL 134/2018, gostaria de lembrar alguns fatos.

Há cerca de 20 anos, o Prof. Olavo de Carvalho nos dizia que há uma sintonia no mundo, que quando uma lei começa a tramitar num país, certamente em outros também se seguirá o mesmo caminho. E isso não é coincidência, a ideia é implantar uma Nova Ordem Mundial. [2] [3]

“Estratégia do movimento pró-pedofilia: Primeiro dizem que é doença para não dizer que é crime. Depois tornam crime dizer que é doença.” (Prof. Olavo de Carvalho)

O Prof. Olavo também nos alertou que depois de o movimento gay adquirir autoridade e se tornar fonte de direitos, o que já é uma coisa absurda, o passo seguinte seria legalizar a pedofilia! O movimento começou a obter essa autoridade pressionando a American Psychological Association (APA), com invasão da instituição, aterrorizando os médicos e praticamente forçando-os a tirar o homossexualismo da lista das doenças mentais. Ou seja, o motivo não foi científico, mas político (medo, intimidação)! Em 2013, a APA retirou a pedofilia da lista de doenças, mudando-a de “distúrbio” para “orientação sexual ou preferência”, em seu Manual de Diagnóstico e Estatístico de Distúrbios Mentais (DSM-V). [2] [4]

A pressão foi tão grande que a APA veio a público informar que o “erro” seria corrigido na versão digital desta quinta edição do DSM [4], mas isso não significa que o grupo que defende a tese não continue existindo…

O Prof. Olavo ainda nos avisou que, na sequência, a pedofilia se tornaria uma conduta normal e aceitável, e num terceiro passo viria a defesa dos direitos, seguida de lei que nos impediria de falar mal da pedofilia, sob o risco de ser preso. Isso, segundo Olavo, é fundamental para a Nova Ordem Mundial, ou seja, demolir todos os valores morais consagrados e inserir outros valores absurdos para habituar as pessoas a obedecerem ordens irracionais de maneira que elas (as pessoas) sempre se tornem dóceis e subservientes, o que é essencial para atingir a meta. Note que o objetivo seria atingido não por sermos pedófilos ou sermos transformados em pedófilos, mas para forçar-nos a aceitar situações kafkianas. [2]

A quantidade de disparates que uma pessoa pode ser submetida, de acordo com estudos científicos, é limitada, e depois de um certo ponto ela “afrouxa”. Daí por diante ela aceita qualquer coisa, ou seja, há uma técnica para tornar as pessoas subservientes e dóceis (um exemplo prático são as demonstrações de emoção em massa absurdas que vimos na Coreia do Norte há não muito tempo atrás, após a morte de Kim Jong II [5]). O objetivo a atingir é: “se eu não sei o que fazer, alguém vai decidir por mim” [2]. O que vem a seguir, dispensa comentários.

Na análise que faremos a seguir, de alguns artigos do PL 134/2018, você notará que essas previsões feitas pelo Prof. Olavo há cerca de 20 anos estão se concretizando.

Tomei como base o vídeo publicado por Bernardo P. Kürster, em seu canal no Yotube [6], onde ele explica de forma didática, a sutileza maquiavélica deste Projeto. Sugiro que você não deixe de assistir e assinar (gratuitamente) o canal. Não deixe também de divulgar o excelente trabalho desenvolvido por ele, afinal é uma luta de todos nós.

Ainda antes de prosseguirmos aconselho abrir uma página em seu navegador, com a íntegra do famigerado PL 134/2018 [1] na tela, para acompanhar o que será relatado aqui:

“Artigo 4º Constituem princípios fundamentais para a interpretação e aplicação desta Lei:

I – dignidade humana, vedada qualquer conduta no sentido de tratar de forma diferenciada pessoas em razão de sua orientação sexual ou de identidade gênero;

(…)

Parágrafo único. Para efeitos desta Lei, entende-se:

(…)

II – identidade de gênero como a profundamente sentida experiência interna e individual do gênero da pessoa, (…)”

Para começar, de acordo com a Classificação Científica, nosso Gênero é um só, “Homo”, nosso Sexo é “Masculino” ou “Feminino”, mas não me aprofundarei aqui nessa discussão porque esse tema eu abordei em um artigo em meu blog pessoal (Reflexões e Utopias). Com o objetivo de manter clara a comunicação, visto que o Estatuto usa Gênero como sinônimo de Sexo, o utilizarei em diversas partes deste texto, sob protesto.

Dito isso, se a “identidade de gênero é profundamente sentida experiência interna” como poderemos saber se estamos tratando uma pessoa de forma diferenciada? E mais: o que é tratar de forma diferenciada?

Note que não se pode “tratar de forma diferenciada pessoas em razão de sua orientação sexual” [7] . Aqui se esconde uma “jogada de mestre”. Num hipotético futuro, onde pedofilia, zoofilia, necrofilia, entre outras aberrações forem classificadas como “orientação sexual” (para isso basta que a APA catalogue como tal e isso já aconteceu, como vimos), estaremos cometendo um crime, passível de prisão se nos opusermos ao praticante!

Esse artigo do PL 134/2018 nos submete à imaginação dos outros, suprimindo nossa percepção da realidade! É um caminho muito perigoso. Imagine que eu seja proprietário de uma clínica ginecológica, por exemplo, e alguém que define-se como mulher (mesmo tendo um aspecto claramente masculino) chegue em minha clínica e exija atendimento numa sala de espera cheia de mulheres. Segundo esse projeto, serei obrigado a atender essa pessoa, pois estaria cometendo um crime se não o fizesse, podendo ser punido com pena de prisão. E, sim, há insanos o suficiente por aí que poderão aproveitar-se da lei, se aprovada, para obter seus momentos de auto satisfação por estar exercendo sua “cidadania”.

Continuemos, então:

“Artigo 4º Constituem princípios fundamentais para a interpretação e aplicação desta Lei:

(…)

IX – direito fundamental à felicidade, vedada qualquer prática que impeça a pessoa de reger sua vida conforme a orientação sexual ou identidade de gênero autoatribuída, real ou presumida.”

E mais uma vez é reforçado o totalitarismo sobre nossa percepção, pois não vale a realidade, mas o que a imaginação do outro deseja, o que é muito subjetivo!

Prosseguindo:

Artigo 4º Constituem princípios fundamentais para a interpretação e aplicação desta Lei:

(…)

IV – reconhecimento da personalidade de acordo com a identidade de gênero ou a orientação sexual auto-atribuída da pessoa.”

Alguém pode me dizer como podemos reconhecer a personalidade de acordo com o que a pessoa está sentindo? Serei obrigado a adivinhar, visto que é algo auto-atribuído, o que a pessoa se auto-atribui? E ainda há o agravante daqueles que dizem que têm o sexo fluido (um dia são homens, outro dia são mulheres, outro dia nenhum dos dois). E o que dizer de pessoas que se sentem como uma criança na primeira infância do sexo oposto? Por exemplo, um homem que se sente uma menininha de 9 anos. Ou ainda se nascer homem, virar mulher e hoje quiser ser um cavalo (sim, chegamos a esse ponto, não é ironia! [8])? E se a pessoa se auto-atribuir uma ausência de Gênero, o que fazer?

Você consegue imaginar o tamanho do caos que será criado? Além disso, segundo esse Estatuto, um pedófilo, no futuro, poderá ser agraciado com os direitos que aqui estão sendo descritos, ou seja, não poderemos criticá-los, sob pena de prisão! É inacreditável.

Continuemos então a análise:

“Capítulo III

Direito à Livre Orientação Sexual e Identidade de Gênero

Art. 5º A livre orientação sexual e identidade de gênero constituem direitos fundamentais.

Parágrafo 1º Ninguém pode ser privado de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais, vedada qualquer ingerência de ordem estatal, social, religiosa ou familiar.”

Imagine dois homossexuais trocando carícias dentro de um templo religioso. Ninguém poderá reclamar (“vedada qualquer ingerência”) sob o risco de ser acusado de um crime. Note que isso é inconstitucional, pois segundo nossa Carta Magna, o espaço religioso deve ser preservado! E aqui vemos, mais uma vez que Olavo tinha razão: o objetivo disso é causar confusão, não é um simples erro e não nos espantemos, caso esse projeto passe, que surja no futuro uma emenda constitucional para solidificar esse Estatuto…

Continuando:

“Artigo 6º Ninguém pode sofrer discriminação em razão da orientação sexual ou identidade de gênero real ou presumida, por qualquer membro de sua família, da comunidade ou da sociedade.”

Se a pessoa “sentir-se discriminada” já será suficiente para que você corra o risco de ser preso. Se você estiver lidando, por exemplo, com um homossexual que tem claramente traços masculinos, e tratá-lo por “ele”, instintivamente, o mesmo poderá acusá-lo de discriminação! Esse estatuto propõe, na verdade, a extinção da percepção humana.

Avancemos mais um pouco:

“Artigo 8º É proibida a incitação ao ódio ou condutas que preguem a segregação em razão da orientação sexual ou identidade de gênero, que caracterize dano moral individual ou coletivo.”

Um religioso citando passagens bíblicas onde diz que o homossexualismo é uma aberração se enquadra em incitação ao ódio por segregar em razão da orientação sexual ou identidade de gênero? A Bíblia Sagrada será proibida? E se eu for contra essa Lei ou contra a união homoafetiva estarei enquadrado na incitação ao ódio?

Isso é uma ditadura! E nem estou me aprofundando em outros pontos do anunciado caos social que teremos…

E no Artigo 10º, onde se define o que é discriminação, temos:

“III – configure ação violenta, constrangedora, intimidativa ou vexatória;”

Mais uma vez a subjetividade é usada aqui, pois basta a pessoa “se sentir discriminada” para caracterizar o fato.

E tem mais:

“VIII – proíba expressões de afetividade em locais públicos, desde que as mesmas manifestações sejam permitidas ou toleradas em relação aos demais cidadãos.”

Então sexo, durante a parada gay será permitido, já que as pessoas ali presentes não têm objeção? Se a zoofilia, no futuro, for considerada uma opção sexual, alguém pode lamber a língua de um cão na frente da escola de nossos filhos sem que possamos falar nada? É o que diz a lei.

Já vimos há pouco tempo atrás do que o movimento é capaz de fazer com nossas crianças nas exposições que causaram uma grande revolta na população e que infelizmente chegou até a receber o apoio de Ministério Público (ao invés de acionar o Artigo 240 do ECA, como deveria), exigindo que fosse reaberta depois de ter sido encerrada devido à pressão da população, que não aceitou essa barbárie! É revoltante testemunharmos a instituição que deveria defender a sociedade como um todo desviar-se de sua finalidade.

Se fizermos uma pesquisa no Google não teremos dificuldades em fazer algumas correlações entre a presidente do MAM/SP (Milu Vilela, então uma das maiores acionistas do Itaú), um dos museus que abrigou essa “exposição”, e a presidente da ALANA, que luta contra a propaganda voltada para o público infantil: a personagem é uma só, a mesma. A ALANA tinha à época parceria com o Catraca Livre (fundado por Gilberto Dimenstein) e outras entidades de extrema esquerda. Tudo isso me leva a crer que foi a Janela de Overton se movendo…

Sigamos então para o capítulo oito:

“Capítulo VII

Direito à Identidade de Gênero

(…)

Art. 32. Em todos os locais públicos e espaços privados abertos ao público é assegurado o uso das dependências e instalações correspondentes à identidade de gênero.”

Traduzindo: homens, que acordarem se sentindo uma menina adolescente, poderão frequentar banheiros femininos, por exemplo. Qual a segurança que sua filha terá ao frequentar um banheiro público? Já imaginou sua mãe entrando no banheiro público e encontrando um brutamontes musculoso dentro dele e ninguém poder dizer absolutamente nada? O que garante que mal intencionados não utilizarão desse subterfúgio para cometer crimes de violência contra a mulher? O cidadão comum já não tem segurança satisfatória e ainda querem piorar o que já é ruim?

E se você não andar na linha, desrespeitando essa Lei, não será um puxão de orelha que receberá como pena:

“Pena: reclusão de 1(um) a 5(cinco) anos.”

Aqui, vemos mais uma incoerência: não são os progressistas que afirmam que cadeia não é a solução?

E tem mais:

“Artigo 34. (…)

Parágrafo único. É garantida a realização de todos os procedimentos pelo Sistema Único de Saúde – SUS.”

Adivinhe quem vai pagar essa conta, também?

A pessoa, segundo a Ciência, só está pronta para definir-se sexualmente por volta dos 30 anos (devo ser precoce), mas basta ter 18 para solicitar o procedimento no SUS? E se a pessoa se arrepender?

E os absurdos não param por aqui:

“Artigo 38. É garantido aos transgêneros e intersexuais o direito ao uso do nome social, pelo qual são reconhecidos e identificados, independente da retificação no assento do Registro Civil: (…)”

Ou seja, não é necessário fazer cirurgia de mudança de sexo, basta dizer que se sente de um sexo ou de outro. Já imaginou o tamanho da confusão?

O tal Estatuto abre privilégios até no serviço militar:

“Art. 42 Transgêneros e intersexuais podem ser dispensados do alistamento militar, mediante simples requerimento encaminhado à Junta do Serviço Militar.”

Seu filho é obrigado a prestar o serviço militar, um homossexual, não. Mas não somos todos iguais perante a lei? A propósito, será que aboliram a igualdade e não nos avisaram? Afinal, não é primeira vez que esse princípio é desrespeitado em nosso país.

E chegamos ao capítulo nove, com mais privilégios:

“Capítulo IX

Direitos Previdenciários

Art. 51 São garantidos os mesmos direitos previdenciários a todas as pessoas, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero.”

Não haverá mais aposentadoria diferenciada? Bastaria eu me declarar mulher para me aposentar mais cedo? Ah… mas isso não é um problema no Brasil, afinal, nossa Previdência não tem problemas de equilíbrio fiscal, não é mesmo?

E seguimos para o capítulo dez:

“Capítulo X

Direito à Educação

Art. 56. Os estabelecimentos público e privados de ensino têm o dever de promover a liberdade, a tolerância, a igualdade, a diversidade e o respeito entre as pessoas, independentemente de sua orientação sexual ou identidade de gênero.”

Claro que a doutrinação não poderia faltar como quesito nesse projeto… Apesar de não haver conexão entre homossexualismo e pedofilia, há entre militância e pedofilia! [9] A estratégia da militância, com a difusão de material (incluindo filmes) com temática homossexual nas escolas, tem um objetivo: criar clientela, afinal o que nos garante que “pedofilia” não será considerada uma “opção sexual” se enquadrando nesse Estatuto? Maquiavel hoje parece um tanto quanto ingênuo…

Seguindo adiante:

“Art. 83 Os estabelecimentos prisionais devem ter ala ou cela especial para o encarceramento de lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais, de modo a evitar risco à integridade física ou psíquica dos detentos.”

Sim, você entendeu corretamente: se uma mulher, que se sente homem, comete um crime, é julgada e condenada, receberá tratamento especial, faltando mais uma vez com a coerência, pois aqui não vale o “sentir-se homem” e dirigir-se à cela masculina… O heterossexual se for preso fica lá no meio dos outros presos, mas um homossexual, terá também aqui, seus privilégios. Que discriminação, não?

E vamos ao capítulo quatorze:

“Capítulo XIV

Dos meios de comunicação

Art. 89. É assegurado respeito a lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais, de modo a terem preservadas a integridade física e psíquica, em todos os meios de comunicação de massa, como rádio, televisão, peças publicitárias, internet e redes sociais.”

Você já parou para pensar que não poderá mais emitir suas opiniões sobre o assunto, muito menos contar piadas na internet, sob o risco de ser preso?

Seguindo:

“Art. 1.517. As pessoas com dezesseis anos podem casar, exigindo-se autorização de ambos os pais, ou de seus representantes legais, enquanto não atingida a maioridade civil.”

Aqui há outra armadilha. Um pai não pode constranger o filho ou a filha em função de sua identidade de gênero. Com isso, o pai, para não ser preso, é implicitamente forçado a autorizar o casamento do filho ou da filha nessa situação! É ou não é um projeto totalitário?

Agora volte ao que alertou o Professor Olavo, há cerca de 20 anos atrás (lembrado no início deste artigo). Na época diziam que era teoria da conspiração…

O Professor Olavo nos lembrou que um religioso impõe direitos e deveres difíceis de cumprir enquanto a militância luta em nome do desejo pessoal, ou seja, não estão no mesmo nível, como querem nos fazer acreditar, pois um militante homossexual defende o próprio interesse, sua satisfação sexual, ao contrário do religioso.

Disse-nos ainda o Professor Olavo: “Note que a legitimação do casamento gay extingue a diferença entre um homem e uma mulher, sutilmente proibindo a percepção visual. O objetivo de ter uma identidade imposta na sociedade é criar um movimento político e consequentemente obter verba do Estado.” Você nota alguma semelhança com o que está acontecendo?

Essa é uma amostra do tamanho do problema, que é muito mais profundo do que mostrado aqui.

Como podemos pressionar?

Precisamos nos mobilizar e pressionar os Senadores para que mais essa iniciativa da militância gay não tenha êxito. E temos diversas ferramentas que podemos usar. Entre elas destaco algumas:

Não deixe de participar da Consulta Pública, no site do Senado Federal, clicando aqui. Para isso, basta acessar o link e votar no NÃO se for contra esse projeto hediondo.

O IPCO está recolhendo assinaturas (digitais) para imprimir cartões vermelhos para levar para os Senadores, em Brasília, não deixe de participar  clicando aqui.

Em meu blog pessoal, onde também escrevi um post sobre esse assunto, publiquei um modelo (referência número 2, no final do post) para você personalizar e enviar aos senadores, pressionando-os a votar contra essa aberração. Para acessar, basta clicar aqui.

Compartilhe com seus amigos esse artigo e convide-os a fazer o mesmo.

E se você tiver alguma outra sugestão, não deixe de compartilhar!

E… não! Não vamos relaxar e gozar, senhora Marta Suplicy. A Lei de Deus é eterna. A Biologia confirma: Homem é XY, Mulher é XX.

Outros artigos do autor

Veja também:


[1] Senado Federal, Projeto de Lei do Senado nº 134, de 2018 (PL 134), que Institui o Estatuto da Diversidade Sexual e de Gênero. Link oficial (Senado): PL 134/2018

[2] Infanticídio, pedofilia e eutanásia – da ONU para o mundo – Olavo de Carvalho

[3] Padre Paulo Ricardo ‘Nova Ordem Mundial’ o perigo que ameaça o Cristianismo pub. 22 de agost 2012

[4] Psiquiatras dos EUA: Chamar pedofilia de “orientação sexual” foi um “erro”

[5] Choro coletivo após anúncio da morte de Kim Jong II

[6] Novo Totalitarismo de Gênero

[7] Pedofilia: uma orientação sexual?

[8] Nasceu homem, virou mulher e agora quer ser cavalo

[9] Advogado faz denuncia contra ativista Gay

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Pai, casado, católico, matemático, analista de sistemas, pós-graduado em Gestão de TI (USP), enxadrista, karatedoka, especialista em Gestão do Tempo.

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