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Para tentar consolidar regime de ditadura na Bolívia, Evo Morales tentará seu quarto mandato

Marcos Rocha

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O Foro de São Paulo utilizou os instrumentos da democracia para instalar e perpetuar ditaduras socialistas em quase todos os países da América do Sul. Assistimos esse mesmo modus operandi recentemente na Bolívia, onde o Tribunal Plurinacional de Evo Morales, usando a mentira de que ‘reeleição indefinida é um direito humano’,  cumpre com a cartilha comunista do Foro de São Paulo e toma uma decisão que consolida naquele país o regime de ditadura de facto.

Há 12 anos no Poder, o narcotraficante Evo Morales, de 58 anos, tenta a “reeleição” pela quarta vez. Com apoio das seis federações sindicais de Cochabamba, Morales disse que está convencido de uma nova vitória eleitoral. 

“Vamos ir, vamos ganhar as eleições com força e unidade, eu me sinto com muita confiança”. 

De acordo com a Prensa Latina, agência pública de notícias de Cuba, as organizações e os movimentos sociais na Bolívia apoiam o chamado Movimento do Socialismo.

Instrumento Político pela Soberania e dos Povos (MAS-IPSP), defendido por Morales, também anunciaram apoio à perpetuação de Morales.

| É certo que a cartilha comunista na Bolívia está apenas alguns capítulos para trás em relação à Venezuela, mas o objetivo é o mesmo, consolidar – com a ajuda de uma suposta oposição – a ilusão de ótica da democracia sob um regime de ditadura socialista de facto, nos moldes daquilo que defende Foro de São Paulo.

 

 

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