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O desmatamento na Amazônia não afeta o aquecimento global

Pontos de vista sobre a Psicose Ambientalista e o Ecoterrorismo.

Coluna do Isentões

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Ricardo Funari | Getty Images)

Toda a vida na Terra depende do CO2. Toda matéria orgânica possui carbono. O carbono existente apareceu por processos geológicos, ou está enterrado nas rochas e nos mares. As plantas absorvem o CO2, e sem ele elas não crescem.

A real repercussão do desmatamento da Amazônia sobre o aquecimento global é, aparentemente, nula. A areia que cai na Amazônia vem do Saara, que já foi uma floresta e possuía rios caudalosos. O clima muda muito, e muda sempre. E continuará mudando sempre.

A geleira dos polos só faz duas coisas: aumentar e diminuir de tamanho. Na última grande era glacial havia gelo no mundo todo acima de 12° de latitude norte e sul. O Brasil era coberto pelo gelo, a África e toda a Europa também.

No último grande período de frio, há 18 ou 20 mil anos (não era propriamente uma glaciação) havia gelo com espessura de dois quilômetros na Europa. Esse gelo derreteu, desapareceu. As rochas explodiram e formaram-se aqueles fiordes da Noruega.

Abriram-se aqueles vales imensos nas montanhas de rochas. A água infiltrou-se, congelou e explodiu a rocha. Está tudo lá, e pode ser comprovado. Isso sempre ocorreu e sempre ocorrerá, não tem nada a ver com poluição e desmatamento. O desmatamento é prejudicial, e a poluição é mais um problema de educação do que climático.

O Brasil é o principal alvo do fogo cruzado do debate e da pressão ambientalista internacional, tendo sempre a Amazônia nas manchetes. Engrossam esse coro grupos ambientalistas catastrofistas, sustentados por ONGs internacionais, e não é por acaso que comemoraram em 2012 a Eco92, com um megaevento, a Rio+20.

Entretanto, quando o assunto é ambientalíssimo, há sempre dois pesos e duas medidas aplicadas no processo. A China, por exemplo, que é conhecida como a maior poluidora do universo, incompreensivelmente é pouco citada ou pressionada. Seria isso por “imunidades diplomáticas” mútuas de companheiros e camaradas?

Tão velha quanto o descobrimento de Pedro Álvares Cabral, é a cobiça estrangeira pela Amazônia, que detém a maior floresta tropical úmida do mundo, dispondo de 20% das reservas mundiais de água doce.

Sua biodiversidade parece incomensurável. Lá se encontram o maior banco genético e a mais vasta província mineralógica planetária, na qual ocorrem, entre outras, abundantes jazidas de ouro, cassiterita e minérios estratégicos de terceira geração, como o urânio, o titânio e o nióbio.

Esse imenso território brasileiro, arduamente conquistado pelos nossos antepassados, precisa ser efetiva e racionalmente povoado, guardado e defendido, sobretudo nos dias atuais, quando tal cupidez se tornou indisfarçável.

Indagado se o Exército Brasileiro considera que a Amazônia é alvo de cobiça internacional, o general Augusto Heleno Ribeiro Pereira respondeu: “Essa é uma questão que extrapola o componente militar. A cobiça internacional não se manifesta por ações explícitas de força. Ela age de forma sub-reptícia, pouco transparente e dissimulada”.

Ele também declarou que “Fica difícil entender por que pouquíssimas ONGs dedicam-se a socorrer a população nordestina, enquanto centenas delas trabalham junto às populações indígenas. Algumas, ao que parece, investem milhões de dólares na região. Não se trata de uma questão de governo, mas uma questão de Estado, uma questão de soberania”.

Em torno das “mudanças climáticas”, cientistas e certa mídia exageram e repetem incessantemente chavões sobre os perigos que ameaçam o planeta. Entretanto, a cada dia cresce em todo o mundo o número dos pesquisadores que se contrapõem aos alarmistas do clima.

Não deixa de chamar a atenção que cientistas brasileiros avaliam o ambientalismo pelo simples fato de desinflarem o verdadeiro impacto da ação humana nas mudanças climáticas, passam a ter seus nomes e os resultados de suas pesquisas boicotados, especialmente quanto à divulgação na mídia.

Olhos atentos! O ambientalismo transformou-se em uma espécie de neocomunismo e faz parte das pautas globalistas, como o aborto, ideologia de gênero, feminismo e etc.

Os trechos citados neste artigo foram retirados do livro Psicose Ambientalista, escrito por Dom Bertrand de Orleans e Bragança. Sugiro a leitura.

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