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Mike Pompeo pede que países rompam com programa de médicos cubanos

Guilherme L. Campos

Publicado

em

Divulgação | Conexão Política

O secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo usou seu perfil no Twitter na noite do último domingo (12) para atacar o programa que exporta mão-de-obra escrava de médicos cubanos para outros países. No Brasil, o programa foi implementado pela gestão petista de Dilma Roussef com o nome de “Mais Médicos” e foi encerrado pelo governo Bolsonaro, em 2019, sob as mesmas alegações, além de sérias preocupações quanto à capacidade dos profissionais em realizar atendimento ao público. Em seu lugar, o governo brasileiro anunciou o “Médicos Pelo Brasil”, que prevê registro em CLT aos profissionais que aderirem ao programa, o que não existia no programa cubano patrocinado pela administração petista.

Em dois tuítes, Pompeo disse que Cuba falhou no esclarecimento da acusação de escravidão e tráfico humano feita pela ONU, citando ameaças, baixos salários, e condições precárias às quais os profissionais são submetidos. Lembrando o Mês Nacional de Prevenção ao Tráfico Humano e Escravidão, Pompeo fez um apelo para que os países encerrem os acordos existentes com o programa cubano, que segundo Pompeo, é um facilitador para o abuso dos direitos humanos.

 

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Católico, Conservador, Correspondente Internacional, Observador Político e criador do 'Direto da América'. Atualmente vive no estado da Pensilvânia, Estados Unidos.

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