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Mídia iniciou ‘jihad’ contra cloroquina somente após Trump defender medicamento, diz procurador-geral dos EUA

Guilherme L. Campos

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O procurador-geral dos EUA, William Barr, acusou nesta quarta-feira (8) a mídia de atacar a hidroxicoloroquina apenas porque o presidente Donald Trump sugeriu que poderia ser uma opção para tratar o coronavírus.

“Antes que o presidente dissesse qualquer coisa a respeito, havia uma cobertura justa e equilibrada dessa droga muito promissora e o fato de ter um histórico tão longo, e assim que o [presidente Trump] disse algo positivo sobre ela, a mídia entrou em jihad para desacreditar este medicamento ”, disse Barr em entrevista à Laura Ingharam, da Fox News. “É muito estranho.”

Barr disse que essas críticas não passam de ataques políticos contra o presidente em meio à pandemia de coronavírus.

“Eu acho que o presidente no início dessa coisa já agia como um estadista – tentando reunir pessoas, tentando trabalhar com todos os governadores, mantendo sua paciência enquanto recebia essas perguntas sarcásticas do pool de mídia da Casa Branca — e a estridência dos ataques políticos contra ele aumentou cada vez mais e é decepcionante ver isso ”, afirmou.

 

Católico, Conservador, Correspondente Internacional, Observador Político e criador do 'Direto da América'. Atualmente vive no estado da Pensilvânia, Estados Unidos.

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