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MEC recebe denúncias de alunos e professores sobre suposta coação em ‘ato contra cortes’

De acordo com a União Nacional dos Estudantes (UNE), 143 municípios do país aderiram ao movimento.

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Em vídeo divulgado no Twitter, o ministro Abraham Weintraub disse que “está fazendo um esforço muito grande para que o ambiente escolar não seja prejudicado por uma guerra ideológica que prejudica o aprendizado dos alunos.”

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Além das denúncias recebidas através das mídias digitais, desde ontem, a Ouvidoria do MEC já contabilizou 100 reclamações por meio do Sistema de Ouvidorias do Poder Executivo Federal (e-Ouv).

O Ministério da Educação informou que irá analisar os casos e encaminhar aos órgãos competentes para investigação.

Para o ministério, nenhuma instituição pública de ensino tem prerrogativa legal para incentivar movimentos político-partidários e promover a participação de alunos em manifestações.

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“Nós estamos aqui recebendo no MEC cartas e mensagens de muitos pais de alunos citando explicitamente que alguns professores, funcionários públicos, estão coagindo os alunos ou falando que eles serão punidos de alguma forma caso eles não participem das manifestações. Isso é ilegal, isso não pode acontecer”, afirmou o ministro na gravação.


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