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Haddad ressentido com a democracia; esquerda preparada para a vingança

Guilherme L. Campos

Publicado

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Imagem: Divulgação | Conexão Política

Em seu discurso de derrota no domingo (28), Fernando Haddad não lidou bem com a vontade majoritária do brasileiro, o que deve ter frustrado quem acreditou no homem que fingiu ser um grande republicano durante o segundo turno.

O tom de sua fala foi todo de mágoa com a democracia, essa danadinha que não deu o que ele queria. Haddad também fez insinuações de “resistência”, a nova narrativa da esquerda contra o fantasioso Estado repressor e malvadão que vem por aí. Que preguiça!

Pela primeira vez o derrotado não parabenizou o vitorioso e nem desejou boa sorte ao novo governo em seu discurso. Isso é significativo e diz muito sobre o que o PT deseja realmente para o nosso país nos próximos anos.


O PT agora vai se concentrar na vingança.

Se eles não venceram, então a democracia está ameaçada, pensam os megalomaníacos vermelhos. Já pregaram essa “lógica” em outros adversários e agora pregam também em Jair Bolsonaro, sem novidades.

Se o adversário ganha, incutem logo na cabeça de seus fantoches um sentimento de que há algo de errado com esse Brasil que votou “com ódio”.

Jamais reconhecem que o ódio é o PT e suas fake news, ódio é o PSDB que promoveu a mais vergonhosa e repulsiva campanha de ódio contra a dignidade de um adversário político.

É uma pena que essa turma jamais utilizará o resultado destas eleições para um mea culpa, uma reavaliação, uma reconexão com as ruas e com a verdade.

O partido e a causa, afinal, não podem ceder aos anseios da sociedade, mas a sociedade é quem deve embarcar nos anseios e mentiras do partido e da causa.

É assim que eles pensam, jamais vão mudar.


Somente na manhã desta segunda-feira, 29, de forma discreta, somente para registro, Haddad publicou em seu Twitter que deseja a Bolsonaro “sucesso” e que “nosso país merece o melhor”.

Disse tudo isso “de coração leve”, afirmou o petista atropelado pelos brasileiros nas urnas.

Bolsonaro, também pelo Twitter, concordou que o “Brasil merece o melhor”.
Vingança on the way
Boulos, o zero à esquerda, já confirmou que o exército de bandeiras e uniformes vermelhos vão para as ruas ainda nesta semana contra o novo governo (que nem posse tomou ainda).

É o início da vingança, da negação da democracia e de seus frutos (sempre com a maquiagem de oposição).

Essa luta contra a vontade popular será travada em diferentes frentes ao lingo dos próximos anos, como nas ruas, nos corredores de instituições, no Congresso, nas universidades, junto à classe artística etc.

O objetivo será tocar o terror e atrapalhar ao máximo o ambiente democrático e a recuperação ética, moral, econômica e social do Brasil.

Não vai ser fácil lutar contra essa gente, o lado que piscar o olho e se desmobilizar, perde.


A esquerda foi derrotada como nunca antes em nosso país, mas segue viva e de volta ao hábitat em que nasceu, cresceu e de lá tomou o poder: a oposição.

Todo cuidado é pouco daqui para frente.

Jornalista, conservador, analista político e editor-chefe do 'Portal São Paulo 011'.

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