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Estados Unidos

Governadora de Oregon pede a residentes do estado que chamem a polícia se vizinhos violarem ordens de lockdown

Thaís Garcia

Publicado

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Imagem: Reprodução

A governadora do estado americano de Oregon, Kate Brown, estimulou os residentes do estado a chamar a polícia se seus vizinhos violarem as ordens de bloqueio de covid-19. Na semana passada, Brown implementou ordens estaduais de restrições de duas semanas, que limitam o número de pessoas em uma única casa a não mais do que seis pessoas de duas famílias diferentes, entre outras restrições.

Em uma entrevista ao KGW8, na sexta-feira (20), Brown foi questionada diretamente se os moradores do Oregon deveriam chamar a polícia caso eles suspeitassem que os vizinhos estivessem violando as regras de bloqueio. Brown disse: “Esse caso não é diferente do que acontece quando há uma festa na rua, e isso mantém todos em alertas. O que os vizinhos fazem [nesse caso]? Eles chamam a polícia porque é muito barulhento. É assim mesmo. É como uma violação de uma regra de ruído.”

“Isso pode ser um sim”, repetiu a repórter.

“Sim, sim”, respondeu Brown. “Mas, honestamente, eles não deveriam precisar. Trata-se de salvar vidas e proteger nossos companheiros de Oregon, proteger nossas famílias, proteger os membros vulneráveis ​​da comunidade e, francamente, proteger todo o estado de Oregon.”

Os comentários de Brown ocorreram a menos de uma semana do feriado nacional do Dia de Ação de Graças. As restrições impostas no estado entraram em vigor na semana passada e durarão duas semanas em todo o estado e por quatro semanas no condado de Multnomah. Brown decretou o bloqueio por ordem executiva.

Junto à limitação de visitantes domésticos, as medidas de lockdown também fecharam as academias e locais de entretenimento internos e limitaram os restaurantes a serviços apenas de entrega de refeições. Lojas de varejo, supermercados e farmácias também estão limitadas a 75% da capacidade. Os cultos religiosos também são limitados a 25 pessoas em ambientes fechados ou 50 pessoas ao ar livre e nenhuma visitação interna é permitida em instituições de cuidados de longa duração.

 

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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