ver tudo
Menu Cotidiano
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Gilmar Mendes determina soltura do doleiro Chaaya Moghrabi, horas após prisão

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a soltura do doleiro Chaaya Moghrabi, preso na última sexta-feira (18) em Angra dos Reis/RJ.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O encarceramento havia sido decretado pela juíza Caroline Vieira, da 7ª Vara Federal Criminal, substituta do titular Marcelo Bretas.

Não demorou muito para que Gilmar entrasse em cena. Horas após a prisão, o ministro do STF, em decisão liminar, ordenou que o doleiro fosse posto em liberdade.

Chaaya Moghrabi, mais conhecido como Yasha, é considerado um dos cinco maiores doleiros do Brasil.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

Imagens divulgadas em novembro, durante operação do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF) mostram joias escondidas na sanca do teto de um imóvel da família Chaaya, em São Paulo.

Chaaya Moghrabi já foi alvo de três mandados de prisão.

No pedido atendido pela juíza substituta, o MP sustenta que Moghrabi desobecedeu decisão judicial ao deixar o Brasil. Apesar disso, na visão de Gilmar Mendes, o ato não deve ser considerado como descumprimento, uma vez que o valor da fiança ainda estava em discussão quando o doleiro foi preso no exterior.

“Na oportunidade, registrei que havia discussão pendente sobre o valor da fiança e sobre a forma de integralização da quantia fixada, o que descaracteriza a alegada má-fé (…) destaquei que a ausência de entrega dos passaportes também estava vinculada a essa questão prévia da fiança que deveria ser adimplida para o retorno ao país do acusado. Porém, nessa terceira decretação da prisão preventiva, o Juízo de origem tenta reintroduzir esse argumento de forma ilegítima, ao assentar que o reclamante teria permanecido foragido, de forma indevida”, escreveu Gilmar na decisão.

O pedido de prisão também aponta que o doleiro cometeu crime de obstrução de justiça, na medida em que postergou em abrir a porta da casa, além de se recusar a entregar o aparelho celular que estava com ele. No entanto, para o ministro do STF, os investigados têm direito ao que chamou de “não autoincriminação”.

Em sua liminar, Gilmar Mendes assegura que acionará o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) se a 7ª Vara Federal do Rio continuar a descumprir decisões da Suprema Corte.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Cotidiano Morre a atriz Glória Menezes
  2. Cotidiano Usuários de operadora no Brasil notam mudança inesperada nos celulares e sinal informativo
  3. Cotidiano 8 das 10 cidades mais violentas do país estão em estados administrados pelo PT
  4. Cotidiano População em situação de rua vai de 198 mil para 392 mil em três anos e meio de governo Lula