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Funcionário do Instituto Chinês Confúcio de universidade nos EUA morre repentinamente em meio a investigações de pornografia infantil do FBI, diz jornal

Thaís Garcia

Publicado

em

Imagem: Reprodução

Um funcionário do Instituto Chinês Confúcio da Webster University em St. Louis, no estado americano de Missouri, morreu depois que a polícia local e o FBI fizeram uma busca em sua casa na terça-feira (6), disseram as autoridades do condado de St. Louis.

A Webster University é uma universidade americana com uma série de campi nos Estados Unidos, localizados em ou próximos a bases militares e em áreas urbanas. Ela também possui muitos campi internacionais, incluindo em Genebra, Viena, Leiden (Holanda), Londres, Hamilton (Bermuda), Xangai e Cha-am (Tailândia).

Segundo o St. Louis Post-Dispatch, a universidade soube da morte de Qiang “David” Liu pela polícia na quarta-feira (7), disse o porta-voz Rick Rockwell ao jornal. Liu serviu como representante da universidade chinesa ‘Beijing Language and Cultural University’ no instituto e estava lá desde janeiro de 2019.

Liu foi listado como membro do conselho do instituto. Mas as referências à sua função desapareceram na sexta-feira (9) do site da universidade.

Funcionários da universidade de Pequim não responderam imediatamente a um e-mail do St. Louis Post-Dispatch que solicitava comentários a respeito da morte do funcionário chinês e das investigações do FBI.

A polícia e o FBI revistaram o apartamento de Qiang no bloco 7900 da Big Bend Boulevard, na cidade de Webster Groves, na noite de terça-feira (6), em meio a uma investigação de pornografia infantil, disse o sargento da polícia do condado de St. Louis, Ben Granda, em um e-mail.

Em uma declaração, a Webster University comunicou que a universidade não acredita que a investigação ou a morte de Liu esteja conectada à universidade de alguma forma.

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