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Forças Armadas dos EUA proíbem uso do TikTok

Considerado “uma ameaça cibernética” pelo Pentágono, o aplicativo da chinesa ByteDance foi banido dos celulares oficiais do Exército e da Marinha norte-americana

Davy Albuquerque

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Forças Armadas dos EUA proíbem uso do TikTok

Se a situação entre os Estados Unidos e o Irã irá escalar para uma guerra, ainda não sabemos. Mas certamente não veremos postagens do conflito na rede social TikTok. O Exército norte-americano proibiu os soldados de usarem a popular rede social chinesa, aceitando uma recomendação do Pentágono, que considera o app uma ameaça à segurança.

Em entrevista ao site Military, o porta-voz do Exército, o tenente-coronel Robin Ochoa, explicou que o TikTok “é considerado uma ameaça cibernética. Nós não permitimos isso em telefones do governo”.

Em dezembro, o Departamento de Defesa do governo dos EUA emitiu um comunicado identificando “o TikTok como tendo potenciais riscos de segurança associados ao seu uso”, e instruindo todos os seus funcionários a desinstalarem o app “para contornar a exposição de informações pessoais”. A recomendação veio depois de um pedido de investigação do Senado, uma vez que recrutadores do Exército vinham utilizando a rede social para alcançar e engajar jovens.

Os senadores Tom Cotton (Republicano) e Chuck Schummer (Democrata) demonstraram receios pelo aplicativo pertencer à ByteDance, com sede em Pequim. O TikTok tem uma versão chinesa, chamada Douyin, que só roda no país. Além do Exército, a Marinha fez a mesma recomendação aos seus membros.

A proibição, porém, só vale para os telefones pertencentes ao governo, disse Ochoa ao portal Military. Os soldados e oficiais ainda podem utilizar o aplicativo em seus aparelhos particulares – mas com cuidado. Alguns sistemas e bancos de dados sensíveis das Forças Armadas só podem ser acessados por aparelhos autorizados.

Com informações, Military.com
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Colunista político e editor-chefe do Conexão Política; Fundador do Movimento Brasil Conservador. Brasileiro com orgulho, cristão por convicção, política por vocação.

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