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Facebook e Instagram derrubam apoio de médicos brasileiros a colega de trabalho censurada por defender uso da hidroxicloroquina

Miguel Gomes

Publicado

em

Anderson Riedel | PR

As redes sociais Facebook e Instagram censuraram uma carta aberta do movimento Docentes pela Liberdade (DPL) após o grupo declarar apoio à atuação da médica Mayra Pinheiro, secretária da Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do governo federal.

Pinheiro ganhou evidência nos últimos meses por defender o tratamento precoce contra a Covid-19.

No dia 29 de janeiro, a profissional de Saúde foi atacada pela revista Época. Ela chegou a ser classificada como ‘capitã cloroquina’.

O veículo disse que ela não tem “atuação acadêmico-científica de relevo nem experiência em gestão na Saúde” e que foi “escalada como porta-voz do que foi considerado absurdo por sociedades científicas: justificou, em entrevista, as novas orientações que ampliavam o uso da cloroquina, até para pacientes com sintomas leves”.

Indignados, um grupo de médicos emitiu nota dizendo que defendem o uso da hidroxicloroquina no tratamento precoce contra o coronavírus. Eles destacaram pelo menos 50 artigos científicos que, segundo eles, “comprovam sua eficácia” e “desmentem essa fatia da imprensa comprada”, “mal intencionada” e “irresponsável”. Segue link dos artigos científicos: c19study.com.

Ainda assim, o Facebook e o Instagram removeram o conteúdo do DPL por conter, segundo a plataforma, “informações falsas e prejudiciais”.