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Estudante da Unifesp é encontrado morto nos trilhos do metrô em São Paulo

Imagens de câmeras de segurança ajudarão a polícia a entender melhor o caso.

Marcos Rocha

Publicado

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Reprodução | Metrô CPTM

Estudante de Ciências Atuariais na UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) e funcionário do Banco Safra; esse era o perfil de Alan Miron, que foi aluno do então professor e atual ministro da Educação Abraham Weintraub.

O rapaz, cuja idade não foi informada, foi encontrado morto nos trilhos do metrô em São Paulo/SP nesta última madrugada.

A polícia informou que está buscando acesso junto às câmeras de segurança do metrô para investigar o caso e apurar as causas da morte.

O velório ocorrerá hoje a partir das 10h na Rua Miguel Rachid, nº. 280, Ermelino Matarazzo, São Paulo/SP.

O enterro será às 16h30 no Cemitério do Carmo, em Itaquera.

O ministro da Educação Abraham Weintraub estará presente.

CONTATO: [email protected] | Editor-chefe do Conexão Política, residente e natural de Campo Grande/MS, assistente de gabinete junto ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ/MS) e estudante de Ciências Jurídicas.

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8 Comentários

8 Comments

  1. Tatiana

    19.04.2019 at 22:32

    Sr. Marcos Rocha, que diz ser o ‘dono’ da matéria: devia se envergonhar, e ir apurar os fatos, antes de fazer esse tipo de divulgação (já que diz, em seu perfil, cursar Ciências Jurídicas).

    Esse rapaz, Alan Miron, era um ALUNO da UNIFESP, curso Ciências Atuariais. Muito bom rapaz e de bom coração. Ajudava a todos que esteve em seu caminho.

    Não foi ‘encontrado’ morto na linha do metrô coisa alguma. Nem vou te falar o que aconteceu, porque vc é um inútil que deveria ter se informado melhor.

    Como todos já disseram, esse texto (porque não dá nem pra chamar esse lixo de matéria jornalística) é um desrespeito à família e amigos.

    Também pudera, residindo e estudando em Campo Grande/MS como poderia ter acesso ao que realmente ocorreu com Alan Miron em São Paulo, capital? Se tem ‘informante’ em São Paulo, é tão mal informado quanto o Senhor.

    Não tem vergonha em divulgar uma mentira dessas (incluindo a presença do atual ministro da Educação no enterro)?
    O que o Sr. ganha com um texto mentiroso desse?

    Faça um favor, pra família, amigos que respeitam e amam o Alan, e exclua essa mentira da internet.

    É o mínimo que pode fazer pra TENTAR se desculpar.

    Vou te falar viu…

  2. Du

    15.04.2019 at 05:18

    Isso foi escrito pelo editor-chefe? Não teve nem a decência de checar as informações e não respeitou a morte do Alan, o que significou muito para seus familiares e amigos.
    Este artigo é nojento de inúmeras maneiras.

    • Tatiana Oliveira

      19.04.2019 at 22:18

      Concordo plenamente!

  3. Joseph

    14.04.2019 at 21:54

    Além de metade das informações estarem erradas, é uma gigantesca falta de respeito com o falecido e com seus amigos e familiares.

  4. Ashley

    14.04.2019 at 20:37

    Essa matéria e tendenciosa, mentirosa e desrespeitosa. Apaguem isso se tiverem um pingo de vergonha na cara!

  5. Natalia

    14.04.2019 at 15:06

    Que desrespeito gigantesco com o Alan, família e amigos. É INACREDITÁVEL que se chegue a esse nível de falta de sensibilidade e empatia, tudo por alguns clicks.

  6. Annypagan

    14.04.2019 at 13:51

    O jornalismo atual deixou de fazer seu papel real de informar a população, para se tornar uma marketing barato para a visualização e curtidas, colocando lados político nas pessoas…Esta reportagem é um desrespeito ao Alan, a Família, ao amigos e ao jornalismo.

  7. André

    14.04.2019 at 13:10

    Esta reportagem é um desrespeito à memória do Alan, discente de Ciências Atuariais da Unifesp e ex-presidente do centro acadêmico de seu curso, conhecido como defensor do ensino público de qualidade. A única certeza que temos é de que motivações políticas não procedem e, portanto, esta matéria não passa de sensacionalismo.
    Vivemos tempos sombrios onde a busca por clicks supera valores morais e a ética da profissão jornalística.

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