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Coronavírus

Epidemiologista francês, Didier Raoult, publica estudo científico sobre a eficácia da hidroxicloroquina em pacientes da covid-19

“O diagnóstico, isolamento e tratamento precoce com pelo menos três dias de hidroxicloroquina-azitromicina (HCQ-AZ) permitem alcançar resultados clínicos e trato significativamente melhores em pacientes com Covid-19 do que em outros tratamentos”

Thaís Garcia

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O epidemiologista francês e professor de Marselha, Didier Raoult, está em guerra com o polêmico estudo publicado pela revista científica The Lancet, segundo o qual o uso de cloroquina ou seus derivados contra a Covid-19 seria “ineficaz e até prejudicial”.

“Não sei se em outros lugares a hidroxicloroquina mata, mas aqui salvou muitas pessoas”, disse Raoult na segunda-feira (25), descrevendo o estudo publicado no The Lancet como “bagunçado”.

Nesta quarta-feira (27), ele adicionou uma nova arma ao seu arsenal contra o “big data”, como ele gosta de dizer no Twitter: seu próprio estudo, pelo menos um resumo (para ver o estudo, clique neste link).

Publicado no site do IHU Méditerranée Infection (Instituto de Doenças Infecciosas do Hospital Universitário de Marselha), ele destaca o sucesso da hidroxicloroquina no tratamento de pacientes que passaram pelo estabelecimento de Marselha.

“Estamos publicando esta noite o resumo de nosso artigo, descrevendo a maior coorte seguida em um único centro do mundo. Nem torsades de pointes (distúrbios do ritmo cardíaco) nem mortes repentinas devem ser deploradas”, assegura o infectologista.

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