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EXCLUSIVO – Entrevista com o Sargento Fahur

Redação

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EXCLUSIVO - Entrevista com o Sargento Fahur 21

“Já passou da hora de parar de criar leis e regulamentos que só beneficiam bandidos em detrimento das pessoas de bem. Pena é para ser cumprida, sem as famosas saidinhas. Lugar de bandido é na cadeia ou no cemitério”, disse o Sargento Fahur.

Gilson Cardoso Fahur, mais conhecido como Sargento Fahur, foi policial militar no Paraná por 35 anos e recentemente se aposentou. Tem 54 anos e ficou conhecido nacionalmente pelo seu sucesso em operações que liderou e também pela sua postura e atuação como policial militar rodoviário em que, juntamente com sua equipe, realizou grandes prisões e apreensões que ganharam notoriedade nacional. Com posições firmes contra bandidos, suas declarações sempre viralizaram, fazendo dele um dos policiais mais conhecidos do Brasil; em suas redes sociais possui mais de 2 milhões de seguidores.

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Sargento Fahur e seus antigos colegas de trabalho.

Depois de 35 anos como policial na PMPR, você se aposentou. Sente muita falta ou já se acostumou com a aposentadoria?

“Me aposentei porque fui obrigado pela lei, nunca vou me acostumar. Me tiraram o que mais gosto de fazer, que é infernizar bandido”, contou o sargento.

Você acha que faltam leis mais rígidas para coibir o crime no Brasil?

“Faltam leis mais severas e falta cumprir as leis já existentes. Também já passou a hora de parar de criar leis e regulamentos que só beneficiam bandidos em detrimento das pessoas de bem. Pena é para ser cumprida, sem as famosas saidinhas. Lugar de bandido é na cadeia ou no cemitério.”

Diminuição da Maioridade Penal, já passou da hora de acontecer?

“Menor tem que pagar pela gravidade de seu crime e não pela sua idade. Chega de impunidade para menores bandidos.”

Você concorda com a frase: “o estatuto do desarmamento só desarmou o cidadão de bem”?

“Sim. Bandido não entrega arma e sabe que o cidadão de bem está desarmado. Ficou fácil para o bandido.”

Como o senhor avalia o atual momento político no nosso país?

“O atual momento político mostra que a grande maioria dos nossos ‘representantes’ só estão preocupados com eles mesmos. Mas mostra, também, que a sociedade já não aguenta mais, e que nas urnas vai reagir.”

Tem pretensão de concorrer a algum cargo político? Se sim, quais seriam suas “bandeiras”?

“Fui obrigado a me aposentar do serviço Policial Militar, e preciso continuar fazendo algo. Se eu sentir que a sociedade gostaria de me ver como Deputado Federal, colocarei meu nome a disposição. E assim sendo a minha bandeira principal seria a defesa da família, da pessoa de bem, e usar todas as minhas forças para dificultar a vida de bandidos no Brasil”, finalizou o sargento.

 

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