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Empresa na Alemanha espera ter vacina experimental contra o coronavírus chinês pronta até junho ou julho

Thaís Garcia

Publicado

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Imagem: REUTERS/Andreas Gebert

A empresa CureVac, com sede em Tübingen, na Alemanha, está atualmente testando uma vacina contra o coronavírus chinês. A empresa espera ter uma vacina experimental pronta até junho ou julho para buscar a aprovação dos reguladores para testes em seres humanos.

Segundo a Reuters, a CureVac trabalha em conjunto com o Instituto Paul Ehrlich de Vacinas e Medicamentos Biomédicos. Eles dizem que vacina contra o novo coronavírus em baixa dose pode permitir produção em massa.

Os desenvolvedores da vacina disseram que poderia produzir em massa uma imunização contra o novo coronavírus em suas instalações existentes, se sua abordagem em baixas doses for bem-sucedida em testes.

O diretor de produção, Florian von der Muelbe, disse à Reuters que um modo de ação que permitia uma dose baixa para desencadear uma reação imunológica contra a raiva também seria aplicado no cenário do coronavírus.

Essas doses mínimas que alcançamos nos colocam em uma posição aqui em Tuebingen para produzir até 10 milhões de doses por ciclo de produção”, disse von der Muelbe, se referindo a uma potencial vacina contra o coronavírus chinês.

“Um ciclo de produção normalmente dura várias semanas”, disse um porta-voz. “Pode ser necessário mais de uma dose para imunizar uma pessoa, mas um ciclo de produção ainda atenderia vários milhões de pessoas”, acrescentou.

“Começamos com uma infinidade de candidatas [vacinas contra o coronavírus] e agora estamos selecionando as duas melhores. Elas serão submetidas a ensaios clínicos”, disse von der Muelbe.

A CureVac é especialista em moléculas do RNA mensageiro (mRNA) que instruem as células humanas a produzir proteínas terapêuticas que desencadeiam uma resposta imune contra câncer ou doenças infecciosas.

Nesse campo, compete com a empresa de biotecnologia dos EUA Moderna que – assim como a CureVac – também recebe financiamento do CEPI (Coalizão de Inovações em Preparação para Epidemias), e a rival alemã BioNTech, que a Pfizer identificou como um potencial parceiro de colaboração.

As principais autoridades de saúde dos EUA disseram que levaria até 18 meses para desenvolver qualquer vacina contra o patógeno.

 

Com informações, Reuters.

 

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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