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Empresa na Alemanha espera ter vacina experimental contra o coronavírus chinês pronta até junho ou julho

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A empresa CureVac, com sede em Tübingen, na Alemanha, está atualmente testando uma vacina contra o coronavírus chinês. A empresa espera ter uma vacina experimental pronta até junho ou julho para buscar a aprovação dos reguladores para testes em seres humanos.

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Segundo a Reuters, a CureVac trabalha em conjunto com o Instituto Paul Ehrlich de Vacinas e Medicamentos Biomédicos. Eles dizem que vacina contra o novo coronavírus em baixa dose pode permitir produção em massa.

Os desenvolvedores da vacina disseram que poderia produzir em massa uma imunização contra o novo coronavírus em suas instalações existentes, se sua abordagem em baixas doses for bem-sucedida em testes.

O diretor de produção, Florian von der Muelbe, disse à Reuters que um modo de ação que permitia uma dose baixa para desencadear uma reação imunológica contra a raiva também seria aplicado no cenário do coronavírus.

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Essas doses mínimas que alcançamos nos colocam em uma posição aqui em Tuebingen para produzir até 10 milhões de doses por ciclo de produção”, disse von der Muelbe, se referindo a uma potencial vacina contra o coronavírus chinês.

“Um ciclo de produção normalmente dura várias semanas”, disse um porta-voz. “Pode ser necessário mais de uma dose para imunizar uma pessoa, mas um ciclo de produção ainda atenderia vários milhões de pessoas”, acrescentou.

“Começamos com uma infinidade de candidatas [vacinas contra o coronavírus] e agora estamos selecionando as duas melhores. Elas serão submetidas a ensaios clínicos”, disse von der Muelbe.

A CureVac é especialista em moléculas do RNA mensageiro (mRNA) que instruem as células humanas a produzir proteínas terapêuticas que desencadeiam uma resposta imune contra câncer ou doenças infecciosas.

Nesse campo, compete com a empresa de biotecnologia dos EUA Moderna que – assim como a CureVac – também recebe financiamento do CEPI (Coalizão de Inovações em Preparação para Epidemias), e a rival alemã BioNTech, que a Pfizer identificou como um potencial parceiro de colaboração.

As principais autoridades de saúde dos EUA disseram que levaria até 18 meses para desenvolver qualquer vacina contra o patógeno.

 

Com informações, Reuters.

 

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