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“Diplomacia é lutar junto ao povo brasileiro por um Brasil grande, livre e soberano”, diz Ernesto Araújo

Thaís Garcia

Publicado

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Imagem: Reprodução

O Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, comemorou hoje (20) o dia do Diplomata com uma publicação no Twitter.

“Diplomacia não é ficar em cima do muro. Diplomacia não é assistir de camarote aos combates que definirão o futuro do mundo e do Brasil como se não fosse conosco”, disse o Ministro.

“Diplomacia é lutar junto ao povo brasileiro por um Brasil grande, livre e soberano”, acrescentou Ernesto Araújo.

Relações com a China

O ministro Ernesto Araújo também já usou o Twitter para emitir uma resposta à Embaixada Chinesa no Brasil sobre os recentes comentários contra a soberania brasileira e aos ataques contra a liberdade de expressão do deputado federal Eduardo Bolsonaro.

O chanceler considerou inaceitável a postura do embaixador chinês que ofendeu o presidente Jair Messias Bolsonaro. Ele destacou no ocorrido que o governo brasileiro quer manter as melhores relações com o país chinês, mas que o Brasil não ficará inerte aos ataques da embaixada chinesa.

Brasil e EUA

O Ministro das Relações Exteriores vem enfatizando na construção de uma parceria sólida com os EUA.

No dia 9 de abril, o embaixador americano Robert Lighthizer, representante de Comércio dos EUA, conversou por telefone com o ministro Ernesto Araújo para discutir maneiras de implementar o plano dos Presidentes Trump e Bolsonaro para intensificar o comércio entre os dois países.  A ligação foi parte da sequência da reunião entre os presidentes Trump e Bolsonaro em março, na Flórida.

Ambos concordaram em aumentar e aprofundar as discussões comercias sob os auspícios do acordo ATEC. Os membros da ATEC se reunirão por telefone na próxima semana para discutir mais especificamente as áreas do acordo, bem como certas questões existentes na relação comercial.

Nas próximas semanas, o Escritório do Representante de Comércio dos EUA também consultará o Congresso para orientações sobre a melhor forma de expandir o comércio e desenvolver as relações econômicas.

Venezuela

O Brasil e os EUA estão trabalhando com nações sul-americanas para combater o socialismo na Venezuela. Tanto o Brasil, quanto os EUA concordam que a crise venezuelana é um exemplo do que o socialismo produz.

O próprio presidente Donald Trump se manifestou a respeito, durante uma coletiva de imprensa nos EUA no ano passado.

“Estamos trabalhando com a Colômbia, com o Brasil, estamos trabalhando com outros países em uma base humanitária. A Venezuela está em uma situação muito ruim que te ensina sobre o socialismo, que mostra o que acontece. Você pega um país que era tão rico há 15 anos, e hoje eles não têm água, não têm alimentação básica”, disse Trump.

Segurança Nacional
Quanto à segurança nacional – diferente de Cuba e da Venezuela que sofrem com seus modelos econômicos e ideológicos – o Brasil e os EUA possuem um papel crucial no combate das agressões e pretensões da esquerda em se expandir pelo hemisfério.

“Essa é uma grande preocupação para nós. Nós queremos defender a liberdade por todo o hemisfério. De verdade, não apenas em palavras. Queremos acabar com ditaduras neste hemisfério. Por um momento pareceu que ditaduras e regimes totalitários estavam acabando hemisfério afora, mas eles sempre encontram uma forma de tentar retornar. Então, queremos nos aliar aos EUA e outros países democráticos na região para ajudar a Venezuela a recuperar sua democracia. Temos que tratar outros países não-democráticos da região e o papel nefasto que eles exercem. E isso não é apenas por solidariedade, por assim dizer, mas porque queremos viver em uma região segura. E essa região só será segura, esse hemisfério só será seguro, se nos livrarmos desses regimes totalitários de esquerda”, disse Ernesto em entrevista à Fox News no ano passado.

Este é um momento de um peso muito importante para a história dos EUA e do Brasil. Ambos os governos esperam que as relações se estreitem cada vez mais e que todo o hemisfério se torne livre da ideologia esquerdista que destrói tantas nações no mundo.

Liberdade religiosa

Ernesto Araújo também vem lutando pelos direitos humanos daqueles que sofrem perseguição por sua fé.

O ministro participou em setembro do ano passado, na ONU, do “Chamado Global para Proteger a Liberdade Religiosa”. A reunião pediu medidas concretas para evitar ataques motivados por religião ou credo e garantir a santidade dos locais de culto para todas as fés.

“Na aliança pela liberdade religiosa lançada hoje em Nova York, tendo o Brasil como membro fundador, estaremos ao lado dos EUA e muitos outros países para proteger o direito de todos a praticarem sua fé em paz”, disse Ernesto Araújo em uma publicação no Twitter.

 

 

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