Eduardo Cunha (MDB-RJ), ex-presidente da Câmara dos Deputados, condenado a 15 anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro na operação Lava Jato, decidiu adotar a mesma linha de estratégia da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Cunha solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que considere a suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro.
O pedido já foi protocolado e visa sustentar que o ex-parlamentar teria sido vítima de conluio entre Moro e força-tarefa da Lava Jato.
Responsável pela abertura de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o político também foi denunciado por manter valores em uma conta bancária na Suíça.
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsAppEm um dos diálogos de Moro, segundo os advogados de Cunha, fica evidente que o ex-juiz tinha conhecimento de que a força-tarefa o denunciaria. Logo, certamente existia uma ‘proximidade indevida’ entre o magistrado e os procuradores, no entendimento da defesa.
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