ver tudo
Menu Cotidiano
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Coreia do Norte está disposta a retomar negociações nucleares com EUA

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

O governo norte-coreano declarou nesta segunda-feira (9) que está disposto a retomar as negociações sobre a desnuclearização da ilha com os Estados Unidos no final de setembro, mas alertou que as chances de um acordo podem terminar, a menos que os EUA adotem uma nova abordagem.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O ditador norte-coreano, Kim Jong Un, havia concordado em uma reunião no dia 30 de junho com o presidente dos EUA, Donald Trump, de reabrir as negociações em nível de trabalho, interrompidas desde a fracassada cúpula de fevereiro em Hanói, mas isso ainda não aconteceu apesar dos repetidos apelos norte-americanos.

Em comunicado divulgado pela agência de notícias oficial KCNA da Coreia do Norte, o vice-ministro das Relações Exteriores, Choe Son Hui, disse que o governo norte-coreano está disposto a ter “discussões abrangentes” com os Estados Unidos no final de setembro, em horário e local acordados entre os dois lados.

Solicitada para comentar, uma porta-voz do Departamento de Estado dos EUA disse:

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

“Não temos reuniões a serem anunciadas no momento”.

Choe enfatizou que os EUA precisavam apresentar uma nova abordagem ou as negociações poderiam desmoronar novamente.

“Quero acreditar que o lado norte-americano terá uma alternativa baseada em um método de cálculo que serve aos interesses de ambos os lados e é aceitável para nós”, disse Choe.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Cotidiano Morre a atriz Glória Menezes
  2. Cotidiano Usuários de operadora no Brasil notam mudança inesperada nos celulares e sinal informativo
  3. Cotidiano 8 das 10 cidades mais violentas do país estão em estados administrados pelo PT
  4. Cotidiano População em situação de rua vai de 198 mil para 392 mil em três anos e meio de governo Lula