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Conheça as ações da CAPES na pandemia

Fundação manteve atuação tanto na pós-graduação quanto na formação de professores da educação básica

Redação

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Imagem: Reprodução

O governo federal completou 600 dias de mandato no domingo (23) e destacou as medidas tomadas no combate à pandemia de COVID-19. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), uma das principais pastas do Executivo, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) tem fomentado incessantemente as pesquisas nessa área, além da  formação de professores e liberação de acesso a conteúdo acadêmico.

Para Benedito Aguiar, presidente da Coordenação, a pandemia representa um desafio para todo o sistema educacional brasileiro: “Na CAPES tivemos que reorganizar a nossa forma de trabalho e posso afirmar que, em princípio, a produtividade até aumentou”. Sem qualquer interrupção ou descontinuidade do trabalho “estamos lançando e executando uma série de programas que apoiam o desenvolvimento da pós-graduação do país”, explica.

Como observa Aguiar, o apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico por meio da pós-graduação é a missão da CAPES. A Coordenação investirá R$ 200 milhões e concederá 2.600 bolsas pelo Programa de Combate a Epidemias, que inclui projetos de combate ao coronavírus. As bolsas de mestrado e de doutorado em andamento no país foram prorrogadas por seis meses, o que já beneficiou cerca de 20 mil estudantes. Para evitar aglomerações, a CAPES recomendou a suspensão de defesas e teses e dissertações presenciais por 60 dias, priorizando as bancas on-line.

Também foi prorrogado o prazo do Coleta, sistema responsável pelo recebimento dos dados relativos aos 7 mil cursos dos programas de pós-graduação de 350 instituições de ensino superior. O suporte à comunidade acadêmica se deu, ainda, pelo Portal de Periódicos, onde conteúdos restritos de editores internacionais com os quais a CAPES mantém contrato foram liberados.

Para os bolsistas no exterior, a Coordenação preparou um roteiro que atendesse aos que quisessem continuar fora do país e para aqueles que desejassem voltar ao Brasil. Os 3.300 pesquisadores, espalhados por 37 países, continuaram a receber seus benefícios apesar de estarem com suas atividades suspensas. Desses, 612 pediram para retornar e receberam apoio na compra de passagem ou foram ressarcidos. Pelo canal de comunicação Linha Direta, estudantes no exterior podem esclarecer suas dúvidas e como medida de segurança e saúde, as  mobilidades internacionais previstas foram adiadas para 2021.

O outro eixo de atuação da CAPES, a formação de professores, não ficou de fora das ações na pandemia. Com 116 mil alunos, a Universidade Aberta do Brasil (UAB) — que forma, principalmente, professores da educação básica a distância — manteve seu funcionamento normalmente. Já os programas Residência Pedagógica e de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) tiveram os cronogramas prorrogados — juntos, totalizam 60 mil futuros professores, hoje em formação.

O olhar da Coordenação para a educação básica englobou não só os professores. Foram ofertadas 75 mil vagas, em três cursos on-line, para estudantes impossibilitados de ir à escola e continuar o aprendizado em sala de aula. Trata-se de uma forma de complementação dos estudos durante a pandemia.

Com informações, CCS/CAPES.

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