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COLUNA: O futuro dos Estados Unidos

Carlos Júnior

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Foto: Erik S Lesser / EPA

A deputada americana Ilhan Omar (D-MN) pediu recentemente o desmantelamento do sistema político e econômico dos Estados Unidos. Alegando o besteirol esquerdista de sempre em relação às desigualdades, Omar pediu a destruição pura e simples do país. Declarações do tipo não são nenhuma surpresa, tendo em vista o antiamericanismo estimulado por décadas pelos democratas e pelo beautiful people americano. A repercussão zero aqui no Brasil também não é grande novidade, já que Guga Chacra, Marcelo Lins e tutti quanti não dão a mínima para os podres da esquerda americana, como bons torcedores do Partido Democrata que são.

Omar jogou no lixo o juramento que fez quando se tornou membro da Câmara dos Representantes: ‘”Eu, Ilhan Omar, juro solenemente (ou afirmo) que vou apoiar e defender a Constituição dos Estados Unidos […]”. A Constituição americana é claríssima em casos como esse: “Cada Casa pode determinar as regras de seus procedimentos, punir seus membros por comportamento desordenado e, com a concordância de dois terços, expulsar um Membro (Art. I, seção 5)’’. Mas como ela é mulher, negra e muçulmana, Omar não sofreu absolutamente nada. Afinal, pertencer a três grupos vitimizados pela esquerda é um baita passaporte para falar o que bem entender sem se preocupar com as consequências.

Isso é o bastante para mostrar o que espera os EUA nos próximos quatro anos se Joe Biden for eleito. Esse sujeito de 77 anos já deu todas as provas possíveis de sua deficiência cognitiva, emitiu inúmeras declarações de cunho racista e carrega nas costas uma série de acusações de assédio sexual – uma delas feita por uma militante democrata. Em suma, é o exato oposto daquilo propagado como correto pelos esquerdistas – exceto quando é conveniente. Biden na presidência será um mero instrumento para a extrema esquerda americana completar a destruição do país, trabalho começado por Barack Obama. Ou vocês julgam ser pura coincidência o fato do Partido Democrata ter em seus quadros pessoas com íntimas ligações com organizações terroristas, comunistas e antiamericanas?

A baderna generalizada feita pelos antifas e pelo pessoal do Black Lives Matter também tem o dedo do Partido Democrata. Como demonstrei em artigo, foram os esquerdistas que semearam o ódio antiamericano e o conflito permanente entre brancos e negros no país. Mas também de forma direta: Alexandria Ocasio-Cortez (D-NY) e a própria Ilhan Omar colaboraram financeiramente com os grupos de extrema esquerda que protagonizaram saques e até mesmo assassinatos.

Além disso, o Partido Democrata é o partido de George Soros. O globalista é o dono informal da agremiação política, já que as grandes doações para candidatos presidenciais são dele. Campanhas pela liberação das drogas, do aborto e ódio racial permanente são bancadas pela Open Society, ONG controlada por ele. Soros é um dos mais proeminentes metacapitalistas, grupo de empresários e investidores – que compõem a nata da elite financeira ocidental – desejosos de um governo mundial controlado por eles próprios. Para que esse governo seja implementado, faz-se necessário destruir todas as soberanias nacionais e os valores cristãos, que são a base da civilização ocidental. O primeiro país marcado para morrer pelos globalistas não poderia ser outro: os EUA.

Se o lado azul da América triunfar em novembro, a destruição do país estará mais perto do que nunca.

Do outro lado, o american people tem Donald Trump e mais ninguém ao seu lado. O Partido Republicano não é conservador de origem; foi conquistado pelos conservadores com muita luta, num trabalho que durou cinco décadas. Os Rockfellers já foram os donos do partido – uma das famílias globalistas – na presidência do também republicano Richard Nixon, que foi eleito com uma plataforma conservadora e uma vez presidente foi cada vez mais se movendo à esquerda. Desde Ronald Reagan os republicanos são tidos como sinônimo de conservadorismo, mas também tiveram em seus quadros gente como Colin Powell, Mitt Romney e John McCain – esse último foi o responsável pela lei que deu as condições legais para George Soros ser o patrono do Partido Democrata.

Prova máxima de que Donald Trump não controla o partido é o The Lincoln Project, um grupo de republicanos descontentes com ele que está fazendo campanha aberta por Joe Biden e pelos candidatos democratas ao Senado. Óbvio que eles não são conservadores. A maioria deles é composta dos famosos RINOS, republican in name only, ou seja, republicano só no nome. Os RINOS não apoiam absolutamente nada do conservadorismo americano, do legado dos Founding Fathers e da concepção originalista da Constituição americana. O descontentamento do eleitorado conservador com tipos como esses deu origem ao Tea Party, organização à parte do Partido Republicano de bases conservadoras e libertárias.

As elites do Partido Republicano desprezam Donald Trump e até mesmo seus apoiadores. O desprezo é mútuo, uma vez que a base conservadora atribui as duas vitórias de Barack Obama à inação de McCain e Romney ao não explorarem os podres mais vistosos de Obama – sua certidão de nascimento falsa, suas ligações com William Ayers e seu colaboracionismo com os inimigos da América. Os dois são queridinhos das elites republicanas, sendo que McCain pediu que Trump não fosse em seu funeral.

Se quiser ser reeleito, Trump terá que vencer o Deep State incutido nos dois partidos. As pesquisas eleitorais trazem péssimos resultados, com Biden liderando por uma média de quase 9 pontos. Mas a pesquisa mais recente do Rasmussen Reports deu a liderança a Biden por 2 pontos, diferença dentro da margem de erro. Além disso, Trump conseguiu a vitória no Colégio Eleitoral em 2016 perdendo no voto popular por essa mesma diferença. A tendência de momento é uma recuperação do presidente.

Seja por globalistas que querem impor o governo mundial ou por militantes enfurecidos estimulados por políticos irresponsáveis como Ilhan Omar, o futuro dos Estados Unidos é uma incógnita e corre sério risco. Um triunfo democrata irá solapar as bases do sistema político pensado e deixado pelos Founding Fathers – o mesmo que Omar quer destruir –, a economia de mercado próspera e a Constituição em seu sentido original. Irá recolocar a extrema esquerda no poder e dará à América os mil anos de trevas de que falava Ronald Reagan. A reeleição de Trump é o único caminho para impedir tal quadro ameaçador e garantir a salvação do país.


Referências:

1.https://pjmedia.com/news-and-politics/robert-spencer/2020/07/08/ilhan-omar-should-be-expelled-from-the-house-now-but-wont-be-n617969

2.https://pjmedia.com/election/matt-margolis/2020/07/23/the-top-7-racist-comments-made-by-joe-biden-over-the-years-n673531

3.https://twitchy.com/dougp-3137/2020/05/30/classy-the-squad-is-pretty-excited-about-how-much-money-theyve-helped-raise-since-the-minneapolis-riots-started/

4.https://conexaopolitica.com.br/ultimas/coluna-america-debilitada/

5.https://www.foxnews.com/politics/lincoln-project-russia-tax-troubles-documents

6.https://www.rasmussenreports.com/public_content/politics/elections/election_2020/white_house_watch_jul22

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Jornalista. Escreve sobre politica brasileira e americana, com análises não vistas na grande mídia.

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