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Bolsonaro está atento aos pedidos de ajuda da população de Belo Horizonte, dizem interlocutores

Raul Holderf Nascimento

Publicado

em

Marcos Corrêa | PR

A paciência do presidente Jair Bolsonaro está no limite. Isso porque o chefe do Executivo tem recebido inúmeros depoimentos e pedido de ajuda dos comerciantes e empresários de Belo Horizonte/MG.

O prefeito reeleito Alexandre Kalil (PSD) novamente colocou em prática o decreto que suspende o funcionamento de serviços não essenciais na capital mineira. Com isso, a maior parte das lojas do centro estão de portas fechadas.

A medida tem desencadeado uma série de protestos na cidade. Na última segunda-feira (11), manifestantes de diversos setores se concentraram na porta da Prefeitura de Belo Horizonte. Contrários à decisão do Executivo municipal de somente permitir o funcionamento de serviços e estabelecimentos considerados essenciais, como supermercados, farmácias, postos de gasolina, padarias e sacolões, eles acusaram o prefeito de não estabelecer diálogo com a população, além de não tomar as medidas necessárias para conter corretamente a ‘2ª onda da Covid-19’.

Com o novo decreto em vigor, a população tem pedido ajuda ao presidente Jair Bolsonaro, que voltou a subir o tom contra Kalil.

Bolsonaro veio a público para dizer que Alexandre Kalil está fazendo “barbaridades” na condução da capital mineira.

“Eu pedi votos para o candidato a prefeito de BH. Perdi. É natural. O cara lá agora tá fazendo barbaridades, fechando tudo, e já tinha fechado tudo anteriormente”, disse o presidente nesta última quarta-feira, 13, no Palácio da Alvorada.

O Conexão Política ouviu alguns interlocutores próximos do governo federal sobre a situação em Belo Horizonte. Sob condição de anonimato, eles disseram que o presidente da República está estudando meios legais para ajudar os belo-horizontinos.

Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

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