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Após Gilmar dizer que Exército se associou a ‘genocídio’, Ministério Defesa emite nota

Raul Holderf Nascimento

Publicado

em

Elza Fiúza | Agência Brasil

Após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes dizer no sábado (11) que o Exército se associou a um “genocídio”, em menção direta à atuação de militares no Ministério da Saúde durante o surto da Covid-19 no país, o Ministério da Defesa divulgou uma nota sobre o assunto.

“Não podemos mais tolerar essa situação que se passa no Ministério da Saúde. Não é aceitável que se tenha esse vazio. Pode até se dizer: a estratégia é tirar o protagonismo do governo federal, é atribuir a responsabilidade a estados e municípios. Se for essa a intenção é preciso se fazer alguma coisa. Isso é péssimo para a imagem das Forças Armadas. É preciso dizer isso de maneira muito clara: o Exército está se associando a esse genocídio, não é razoável. É preciso pôr fim a isso”, disse Gilmar.

Em nota, o Ministério da Defesa afirmou que os militares seguem se mobilizando para a contenção do coronavírus.

“O Ministério da Defesa (MD) informa que as Forças Armadas atuam diretamente no combate ao novo coronavirus, por meio da Operação Covid-19. Desde o início da pandemia, vem atuando sempre para o bem-estar de todos os brasileiros. São empregados, diariamente, 34 mil militares, efetivo maior do que o da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial, com 25.800 homens”, afirmou o ministério na nota.

A Defesa acrescentou que “está comprometida com a saúde e com o bem-estar da população”.

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Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

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