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América sob ataque: Violência aumenta em Minneapolis e se espalha pelos EUA; Trump é novamente censurado

Guilherme L. Campos

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Pela terceira noite seguida a cidade de Minneapolis, em Minnesota, viveu momentos de terror, violência e crimes promovidos por grupos radicais de extrema-esquerda que justificam a violência como vingança pela morte de George Floyd, morto na segunda-feira após ser estrangulado por um policial enquanto estava sob sua custódia, como noticiou o Conexão Política

Na madrugada desta sexta-feira (29), terroristas dos movimentos Antifa e Black Lives Matter invadiram uma delegacia, expulsaram todos os policiais e em seguida incendiaram o prédio. Alguns dos terroristas roubaram equipamentos policiais, como coletes à prova de bala.

Abaixo, homem ostenta um colete à prova de balas roubado da delegacia de polícia.

Atos se espalham pelo país

Os atos violentos também extrapolaram os limites da região metropolitana de Minneapolis, onde a cidade de St. Paul também tem sido alvo de depredação, saques e incêndios criminosos. Em Ohio, um grupo depredou o prédio da Assembleia estadual na cidade de Columbus. Em Lousville, estado de Kentucky, ao menos sete pessoas foram baleadas só na última noite.

O prefeito de Minneapolis, o democrata Jacob Frey, disse que determinou aos policiais que evacuassem a 3ª Delegacia antes que os manifestantes incendiassem o prédio.

Os policiais evacuaram a delegacia após os manifestantes romperem o perímetro e começarem um incêndio que se espalhou pelo prédio. Os policiais saíram sob ataques de fogos de artifício e pedras que eram atiradas contra os carros policiais. Logo depois, as autoridades da cidade alertaram os manifestantes a saírem do prédio após receberem informações de que as linhas de gás poderiam ter sido rompidas. Segundo as autoridades, por haver explosivos na delegacia, poderia haver uma grande explosão no local. Ver vídeo abaixo.

Frey disse a repórteres na manhã desta sexta-feira que a decisão de evacuar a delegacia se resumia à segurança dos policiais e do público.

Bombeiros são atacados com pedras

Os bombeiros tiveram “objetos” lançados contra eles enquanto combatiam outros focos de incêndios pela região, disse John Fruetel, comandante dos bombeiros da cidade. Ele disse que as janelas de carros dos bombeiros foram estouradas por pedras e outros objetos.

Aos repórteres, Fruetel confirmou também que alguns soldados da Guarda Nacional haviam chegado em Minneapolis, mas apenas 35 foram disponibilizados para o departamento por volta da meia-noite. A Guarda disse que 500 soldados foram mobilizados para a região.

Nos últimos dias saqueadores criaram caos invadindo negócios e fugindo com o que pudessem colocar em suas mãos, sacolas e carros. Outros atearam fogo que destruiu uma das unidades da loja de autopeças AutoZone, fazendo o mesmo em um canteiro de obras, além de destruírem diversas outras empresas na região, inclusive pequenos negócios.

As empresas que fecharam as janelas quebradas no dia anterior foram novamente alvo de saqueadores que derrubaram as tábuas e invadiram os estabelecimentos mais uma vez. Vários carros também foram incendiados pelos vândalos nas ruas de Minneapolis e St Paul.

Ao mesmo tempo que a onda de violência aumenta na região, a ação policial parece cada vez mais limitada por medo da reação dos grupos envolvidos nos ataques.

Áudio do filme Purge (Expurgo) é veiculado durante atos de violência prometendo que “nas próximas 12 horas todo e qualquer tipo de crime será considerado legal”. Em seguida a famosa sirene do filme que marca o início dos atos criminosos é soada.

Trump é novamente censurado pelo Twitter

O presidente americano Donald Trump foi novamente censurado pelo Twitter após publicar dois tuítes em que prometia enviar mais militares para a região de Minneapolis com o objetivo de resolver o problema caso as autoridades locais continuassem sem condição de acabar com a onda de violência que toma conta da cidade desde terça-feira.

“Não posso ficar parado e ver isso acontecer em uma grande cidade americana, Minneapolis. Uma total falta de liderança. Ou o prefeito da esquerda radical, Jacob Frey, começa a agir e coloca a cidade sob controle, ou enviarei a Guarda Nacional e concluímos o trabalho …”, disse Trump no primeiro de dois tweets que publicou sobre o assunto.

No segundo tweet (abaixo), Trump diz que “… Esses bandidos estão desonrando a memória de George Floyd, e eu não deixarei isso acontecer. Acabei de falar com o governador Tim Walz e disse que os militares estão com ele o tempo todo. Qualquer dificuldade assumiremos o controle, mas, quando o saque começar, o tiroteio começará. Obrigado!”.

Esse segundo tweet do presidente foi censurado pelos funcionários do Twitter, que justificaram o ataque contra o presidente como uma medida para ocultar uma “apologia a violência”. No tweet, Trump chama os que estão incendiando delegacias, carros, lojas, atirando pedras e fogos de artifício contra policiais e impondo pânico e terror em toda região de “bandidos”. Trump também promete responder aos saques com “tiros”. Tiros que hoje estão estão sendo disparados livremente pelos grupos envolvidos nos ataques contra os que tentam impedir os atos violência.

“Isso é só o começo”, diz membro do Black Lives Matter ao promover mais violência em vídeo não censurado pelo Twitter

Pelo que é possível verificar, o Twitter, apesar de se dizer contra discursos que promovam a violência, não censurou e nem limitou de qualquer maneira a propagação de mensagens violentas por parte dos envolvidos nos ataques dos últimos dias. No tweet abaixo é possível compreender com clareza um membro do grupo radical de extrema-esquerda Black Lives Matter dizer que “isso é só o começo”, uma clara ameaça de que o grupo está convocando mais atos de violência na região.

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Católico, Conservador, Correspondente Internacional, Observador Político e criador do 'The Right Talking'. Atualmente vive no estado da Pensilvânia, Estados Unidos.

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