Redes Sociais

Últimas

Allan dos Santos e Terça Livre vencem processo contra Estela Renner, a cineasta da ideologia de gênero

O jornalista tornou-se o principal nome da mídia independente no Brasil.

Redação

Publicado

em

Divulgação | Arquivo Pessoal

A cineasta Estela Renner teve seu pedido de indenização por danos morais movido contra o jornalista Allan dos Santos negado pela Justiça.

O processo foi julgado pela juíza Juliana Pitelli da Guia, da 38ª Vara Cível da Comarca de São Paulo/SP.

A ação foi movida após a publicação de um vídeo em que Allan comenta sobre os escândalos envolvendo crianças no Queer museum e também no Museu de Arte Moderna – MAM (performance do homem nu tocado por crianças).

Estela Renner queria que Allan dos Santos fosse condenado ao pagamento de R$ 30 mil reais em razão da suposta agressão à imagem profissional da mesma.

Os advogados sustentaram que o jornalista veiculou declarações inverídicas e difamatórias a seu respeito.

Na decisão, proferida no dia 15 de janeiro de 2019, a juíza do caso ressaltou que não houve intuito difamatório voltado à Estela Renner.

A magistrada também alegou que as críticas e opiniões de Allan estão amparadas no inalienável direito constitucional de livre manifestação de pensamento.

Toda crítica deve ser analisada de modo contextualizado e levando em consideração os fins pretendidos, para que se apure se houve ou não excesso ou de quem a realiza. (…) Nas palavras do réu, embora em determinados trechos do vídeo se possa extrair intensidade, quiçá relacionada a especial apreço ou emoção que lhe suscita o tema, não se observa intuito ofensivo voltado diretamente à pessoa da autora ou a sua produtora. (…) O vídeo protagonizado pelo réu simplesmente divulga seu juízo de valor a respeito de determinados trabalhos, juízo este com o qual a autora – assim como o réu em relação a determinada posição ideológico-cultural – pode ou não concordar. Os comentários do réu voltam-se a diversas instituições e programas do meio artístico e cultural, sem que se observe intuito deliberado e direcionado à autora, tão somente a um suposto viés ideológico por ele identificado, fato em si não ilícito. Desta feita, inobstante possa a autora ter se sentido pessoalmente incomodada ofendida, não se há que se falar que o réu lhe desferiu ofensas ou mesmo que agiu premido desta finalidade”, fundamentou a juíza.

Ao final, Estella Renner ainda foi condenada ao pagamento das custas e despesas judiciais, além dos honorários advocatícios.

A decisão é de primeira instância. Ainda cabe recurso ao Tribunal de Justiça de São Paulo.

 Leia a sentença na íntegra!

O Conexão Política é um portal de notícias independente — compromissado em transmitir os fatos. Analisamos e cobrimos os principais assuntos da política. Contribua: apoia.se/conexaopolitica

Publicidade
5 Comentários

5 Comments

  1. Renata Barbosa

    22.04.2019 at 19:59

    Gostei do efeito da foto

  2. Renata

    22.04.2019 at 19:58

    gostei do efeito da foto

  3. LuizPr

    11.02.2019 at 11:27

    Infelizmente O Antagonista virou puxadinho da Mídia Podre…esse lance de misturar jornalismo com especulação financeira nunca deu certo. Só se salvam o Cláudio Dantas e o Felipe M. Brasil…!!! Sra. Estella Renner crie vergonha na cara…arrume um emprego…!!!

  4. Anta

    10.02.2019 at 17:32

    Questão de tempo até os antagonistas atacarem o Conexão Política.

    Antagonista sempre foi um puxadinho da Globo News.

  5. Silas

    10.02.2019 at 13:05

    O Antagolixo está difamando o Terça Livre. Vai ficar por isso mesmo?

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Apoiar

Parceiros

Publicidade

alan correa criação de sites