ver tudo
Menu Cotidiano
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

434 grupos de direitos humanos de 16 países condenam a ONU por promover a matança de bebês através do aborto

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

Centenas de grupos de direitos humanos na América Central e do Sul criticaram as Nações Unidas nesta semana por defenderem o assassinato de bebês, ainda não-nascidos, através de abortos durante a crise do coronavírus chinês.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Suas preocupações são semelhantes às levantadas pelo Governo Trump sobre as propostas de “ajuda” da ONU contra o coronavírus chinês e os direitos humanos para os nascituros (fetos).

De acordo com o Catholic Sentinel, 434 organizações de direitos humanos em 16 países publicaram o “Manifesto Internacional pelo Direito à Vida” em resposta ao Plano de Resposta Humanitária da ONU COVID-19.

Eles entregaram o manifesto às secretarias do ministério das Relações Exteriores na Costa Rica, Argentina, Peru e Equador, em meio a crescentes preocupações sobre a ONU “empurrar” o aborto para países pró-vida.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

O documento insta a ONU a “focar em políticas públicas baseadas na dignidade humana” e parar com “qualquer tentativa de interferir ou atacar a soberania de nossos países, em particular provenientes da ONU e de suas principais agências”.

O manifesto também acusa a ONU de exigir que o Equador apoie o “aborto legal e seguro” como condição para os fundos de ajuda ao coronavírus chinês.

O manifesto diz:

“O plano alega ser ‘ajuda humanitária’, mas ‘inclui uma alocação de US $ 3 milhões para treinar profissionais de saúde no chamado ‘aborto seguro e legal’, violando as leis da Constituição e do Equador.”

O manifesto também rejeita a “Declaração Conjunta sobre Proteção de Direitos e Saúde Sexual e Reprodutiva e Promoção da Responsabilidade do Sexo na Crise COVID-19”, assinada por representantes de 59 países – incluindo Argentina, Bolívia, Costa Rica, Equador e Peru – e que promove acesso ao aborto.

Luis Losada, diretor da filial latino-americana da organização pró-vida CitizenGO, disse à CNA que a ONU está violando seu próprio compromisso de respeitar a soberania das nações.

ASSINE A PETIÇÃO (em Inglês) neste link: Pare o infanticídio! Pare os abortos até o nascimento!

“Isso viola a Constituição do Equador, que protege o direito à vida desde o momento da concepção”, afirmou. “E viola o debate parlamentar [no Equador] que ocorreu no ano passado sobre a proposta de descriminalizar o aborto, que felizmente não teve sucesso”.

Na semana passada, um grupo de funcionários das Nações Unidas ignorou os pedidos do Governo Trump para parar de “empurrar” o aborto, quando criticou vários estados americanos por tentar proteger bebês por nascer durante o surto de coronavírus chinês. O Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Discriminação afirmou que os abortos são “cuidados essenciais de saúde” e os esforços pró-vida “colocam as mulheres em risco”.

No entanto, grupos médicos que representam mais de 30.000 médicos nos EUA enfatizaram que o aborto não é “essencial” ou “urgente”, e as clínicas de aborto que continuam a operar durante a pandemia estão sendo “clinicamente irresponsáveis”. As complicações comuns do aborto incluem infecções, coágulos sanguíneos, hemorragias e um aborto incompleto. Os riscos de aborto incluem nascimentos prematuros futuros, câncer de mama, suicídio, ansiedade/depressão e morte. E não é verdade que o aborto seja mais seguro que o parto.

Nesta semana, o Governo Trump continuou a defender os direitos dos bebês ainda não nascidos e dos países a favor da vida, quando rejeitou um plano de ajuda das Nações Unidas que promove abortos.

Os líderes do governo republicano dos EUA também criticaram a ONU e a Organização Mundial da Saúde (OMS) por considerarem o assassinato de bebês ainda não-nascidos através de abortos “serviços essenciais” durante uma crise global de saúde e instaram as organizações a remover as referências a “serviços de saúde sexual e reprodutiva” que inclui abortos, de planos de resposta ao coronavírus chinês.

Os Estados Unidos dão enormes quantias de dinheiro às Nações Unidas. No entanto, Trump e seu governo têm pressionado agressivamente a agenda pró-aborto da ONU, insistindo que os países apoiem mulheres e crianças, nascidas e não-nascidas.

Desde 2017, Trump parou de financiar, com dinheiro público, o Fundo de População das Nações Unidas, por sua promoção do aborto.

Com informações, Life News.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Cotidiano Paulo Soares morre em acidente aéreo em Santa Catarina
  2. Cotidiano Morre Rick, da dupla com Renner, aos 59 anos
  3. Cotidiano Helicóptero com cantor Rick é encontrado; não há sobreviventes
  4. Cotidiano Rio Tietê tem redução de 26,7% na carga de poluição com avanço histórico de investimentos em saneamento pela Sabesp