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Elon Musk afirma que tecnologia neural de Inteligência Artificial pode “solucionar” o autismo e a esquizofrenia

Thaís Garcia

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Imagem: Reprodução

Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, afirmou durante uma aparição recente em um podcast sobre Inteligência Artificial (IA) que sua startup de tecnologia de inteligência artificial, a Neuralink, poderia implantar chips no cérebro humano, o que poderia “solucionar muitas doenças relacionadas ao cérebro”, listando a esquizofrenia e o autismo como exemplos.

Segundo o Business Insider, Elon Musk acredita que sua empresa de tecnologia neural pode “solucionar” a esquizofrenia e o autismo. A empresa de Musk, Neuralink, planeja desenvolver um chip habilitado para IA que, segundo ele, pode ser implantado no cérebro de uma pessoa para registrar a atividade cerebral e possivelmente estimulá-la.

Durante uma aparição no podcast de Inteligência Artificial com Lex Fridman nesta semana, Musk foi questionado sobre quais seriam os efeitos mais empolgantes da tecnologia de sua empresa Neuralink.

“Então, o Neuralink, acho que resolverá muitas doenças relacionadas ao cérebro. Poderia solucionar algo como o autismo, a esquizofrenia, a perda de memória – que todo mundo experimenta em determinadas idades, como pais que não conseguem lembrar os nomes dos filhos e esse tipo de coisa”, respondeu Musk.

Segundo a Sociedade Nacional Autista do Reino Unido, o autismo não é uma doença que pode ser curada ou “resolvida”, pois é considerado uma deficiência no desenvolvimento. A sociedade britânica declara que “o autismo não é uma doença ou enfermidade e não pode ser ‘curado’. Muitas vezes, as pessoas sentem que ser autista é um aspecto fundamental de sua identidade”.

Da mesma forma, a esquizofrenia não é uma doença, mas é classificada pela Organização Mundial de Saúde como um “transtorno mental grave”.

A Neuralink foi fundada por Musk em 2016 e publicou em julho uma matéria sobre o design de um chip cerebral. Musk também anunciou recentemente que a empresa iniciou testes em animais como os macacos. Musk afirmou no passado que a tecnologia poderia ser usada para tratar doenças neurológicas como a doença de Alzheimer e Parkinson ou para resolver “danos críticos ao cérebro ou à medula espinhal”. Musk afirmou recentemente que o objetivo final é fundir humanos consciência com IA.

“O [Neuralink] pretende tratar do risco existencial associado à superinteligência digital. Não seremos mais inteligentes que um supercomputador digital; portanto, se você não conseguir vencê-los, junte-se a eles”, disse Musk a Fridman no podcast.

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Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais. Lutando pelos verdadeiros direitos humanos e pela Igreja Perseguida.

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