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Democratas usam descaradamente o vírus chinês para dar impulso ao socialismo nos EUA

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Muitos democratas – a esquerda americana – estão explorando a pandemia de coronavírus chinês para dar um impulso total ao socialismo. Como Rahm Emmanuel, que instruiu o Partido Democrata em 2008: “Nunca permita que uma crise seja desperdiçada”,neste domingo (22), ele repetiu esta frase no contexto da pandemia do vírus chinês.

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O esquerdista Bernie Sanders está entre os maiores exploradores da pandemia, lamentando a “falta de controle centralizado no sistema de saúde americano”. Como ele disse no mais recente debate presidencial democrata nos EUA: “Temos milhares de planos privados de saúde. Esse não é um sistema preparado para prestar assistência médica a todas as pessoas”.

Para Sanders e a esquerda, o coronavírus chinês exige um sistema nacional de saúde centralizado. “Chega de seguros privados, clínicas particulares ou hospitais particulares”. Para eles, não importa que o país comunista que provocou essa praga no mundo seja o epítome do controle centralizado.

Sanders já estava pedindo a nacionalização do setor de energia em agosto do ano passado. Ele alegou que era a única maneira de combater as fictícias “mudanças climáticas”.

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Seus apoiadores estão igualmente comprometidos com a causa socialista. Como declarou o palestrante Kshama Sawant em um comício de Sanders no estado de Washington: “Precisamos eleger Bernie e precisamos de um novo partido, pelos e para os trabalhadores. Precisamos de um poderoso movimento socialista para acabar com toda a opressão e exploração capitalista”.

E não é apenas Sanders. O prefeito da cidade de Nova York, Bill DeBlasio, exigiu “uma nacionalização de fábricas e indústrias cruciais que poderiam produzir suprimentos médicos para preparar este país para o que precisamos”.

Outros democratas em todo o país também estão adotando a mesma estratégia socialista. O governador de Nova York, Andrew Cuomo, criou uma fábrica de desinfetantes para as mãos que é controlada pelo estado e ameaçou usar o poder estatal para controlar os preços. Pode ser uma indústria pequena, mas é a face do socialismo praticado por um governador nos EUA.

Outra faceta comum dos sistemas socialistas é a imposição de controles de preços. A esquerda americana está usando o vírus chinês para justificar essa medida. Os parlamentares democratas Lloyd Doggett (do Texas), Jan Schakowsky (Ilinóis) e outros 46 membros do partido esquerdista Democratas assinaram uma carta pedindo o controle de preços de medicamentos relacionados ao tratamento de pacientes com coronavírus chinês.

Muitos da esquerda também estão pedindo expansões maciças dos benefícios de bem-estar social que têm pouco ou nada a ver com o vírus chinês. É isso que o socialismo exige há décadas. Suas demandas não se destinam a encerrar rapidamente a crise do coronavírus chinês; mas são sobre o aumento da classe de dependência. Eles estão explorando o vírus chinês para implantar o socialismo no país.

Esses passos para o socialismo estão sendo vendidos como “reformas urgentes” para combater o coronavírus chinês. Certamente, muitos milhares de americanos estão agora sem licença ou sem trabalho; e as empresas estão lutando para se manter. O governo federal americano, sob a liderança do presidente Donald Trump, fez e faz muito para responder efetivamente à crise e apoiar os americanos em dificuldades e seus negócios.

Mas isso não significa que as indústrias do setor privado devam ser nacionalizadas ou que o poder do governo federal deva ser aumentado. Pelo contrário, empresas privadas estão se acelerando para atender às demandas da crise. Por exemplo, General Motors e Tesla começaram a produzir ventiladores. Suas capacidades de lançar uma produção massiva excedem em muito o que qualquer agência governamental poderia realizar. E apenas um setor privado robusto, livre de regulamentação governamental, será capaz de tirar a economia americana da recessão iminente quando a crise acabar.

O coronavírus chinês pode ser mortal para muitos; mas não podemos permitir que a esquerda o use para matar o capitalismo, o livre mercado e o setor privado.

 

Com informações, Kris W.Kobach/Breibart.

Kobach serviu como Secretário de Estado do Kansas durante 2011-2019. Especialista em leis e políticas de imigração, co-autor da lei de imigração do Arizona SB-1070. Atualmente, ele atua como Conselheiro Geral da We Build the Wall (Nós Construímos o Muro) e é candidato ao Senado dos EUA.

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