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“A esperança de uma nova Venezuela não existiria sem o novo Brasil”, diz Ernesto Araújo

Em seu artigo, Ernesto Araújo menciona que nos últimos 25 anos, o consenso na base do sistema político ameaçou sufocar a nação brasileira com a corrupção e a estagnação econômica.

Thaís Garcia

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Reuters

O Ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, divulgou nesta segunda-feira, sua opinião sobre a antiga e a nova política externa brasileira, e declarou a importância do Brasil na construção de uma nova Venezuela, em seu artigo no Metapoliticabrasil.com.

“A esperança de uma nova Venezuela não existiria sem o novo Brasil”, foram as palavras do ministro, marcando o início de uma nova política externa no Brasil.

O chanceler destacou a importância do Brasil para que a esperança de uma nova Venezuela renasça e especificou quais foram as iniciativas desta nova política externa, que o presidente Bolsonaro o permitiu conduzir para que esta esperança fosse devolvida aos venezuelanos.

Citou como exemplo, a participação do Brasil no Grupo de Lima em 4 de janeiro, a organização do encontro das forças de oposição em Brasília em 17 de janeiro, a denúncia do genocídio silencioso praticado por Maduro, por meio da nota do Itamaraty igualmente de 17 de janeiro, o respaldo ao Tribunal Supremo de Justiça legítimo da Venezuela que avaliza constitucionalmente o processo e o reconhecimento de Guaidó como Presidente Encarregado em 23 de janeiro.

De acordo com o ministro, uma grande liderança democrática venezuelana o confidenciou que foram as iniciativas do Brasil que mudaram a situação da Venezuela e mobilizaram os Estados Unidos a apoiar uma transição democrática em seu país.

Antiga política externa

Em seu artigo, Ernesto Araújo menciona que nos últimos 25 anos, o consenso na base do sistema político ameaçou sufocar a nação brasileira com a corrupção e a estagnação econômica, a crise moral, o enfraquecimento militar, o apequenamento internacional e o descaso pelos sentimentos do povo brasileiro.

Porém, os brasileiros rejeitaram esse “consenso”, elegendo o único candidato que se ergueu contra o sistema – o atual presidente Jair Bolsonaro.

As decisões tomadas pelo presidente Bolsonaro e o ministro Ernesto Araújo, romperam com a tolerância irresponsável que acobertou os crimes do regime chavista-madurista, e que continuaria acobertando até hoje, se o sistema que vinha governando o Brasil permanecesse no poder.

Restauração da verdadeira tradição diplomática brasileira

O Brasil está vivenciando o privilégio de ter um ministro das Relações Exteriores, que acredita na diplomacia, na força da palavra e do espírito humano para mudar a realidade.

Um ministro que acredita que o povo tem em suas mãos um destino imenso capaz de mudar o mundo, começando por ajudar na libertação do povo-irmão venezuelano; estas são as próprias palavras do ministro, ao descrever suas convicções.

A verdadeira tradição diplomática brasileira está sendo restaurada e a soberania do país e o patriotismo do povo restituídos.

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Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.

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