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União Europeia aplica sanções inéditas contra hackers chineses, norte-coreanos e russos

Raul Holderf Nascimento

Publicado

em

Kenzo Tribouillard | AFP

A União Europeia lançou nesta quinta-feira (30) novas sanções financeiras contra  seis pessoas e três entidades relacionadas a grandes ataques cibernéticos, incluindo o ataque de ransomware WannaCry de 2017.

Dois cidadãos chineses e quatro oficiais de inteligência militar russos foram nomeados na lista de sanções, juntamente com empresas de tecnologia da China e da Coreia do Norte, e o departamento de tecnologias especiais do serviço de inteligência militar russo, conhecido como Direção Principal do Estado-Maior das Forças Armadas da Federação Russa.

As sanções são as primeiras já impostas sobre crimes cibernéticos pelo bloco econômico europeu.

“Trata-se de uma resposta à tentativa de ciberataque contra a Opaq (Organização para a Proibição das Armas Químicas)”, afirmou o Conselho da UE em um comunicado.

O bloco acusou o serviço russo de ter realizado dois ataques cibernéticos em junho de 2017, que atingiram várias empresas na Europa, resultando em grandes perdas financeiras.

O serviço também é acusado de dois ataques cibernéticos contra a rede elétrica da Ucrânia em 2015 e 2016.

A empresa norte-coreana Chosun Expo também foi sancionada sob suspeita de ter apoiado o Lazarus Group, que é considerado responsável por uma série de grandes ataques em todo o mundo.

A empresa também está supostamente ligada a um ataque contra o estúdio de cinema de Hollywood Sony Pictures em 2014.

Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

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