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Suécia

Ativismo climático: Cientista sueco propõe canibalismo para combater as “mudanças climáticas”

Thaís Garcia

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Ativismo climático: Cientista sueco propõe canibalismo para combater as “mudanças climáticas” 16
Imagem: Orion Pictures Corp

O cientista comportamental sueco Magnus Söderlund sugeriu que comer outras pessoas, depois que elas morrem, poderia ser um meio de combater as “mudanças climáticas”, informou o Breitbart.

Na semana passada, o cientista mencionou a possibilidade de canibalismo, durante uma transmissão no canal de televisão sueco TV4, sobre uma feira em Estocolmo com o tema “comida do futuro”.

Söderlund realizará seminários no evento, intitulado “Encontro de Gastronomia – sobre o futuro dos alimentos”, onde ele pretende discutir a possibilidade de comer pessoas, em nome da “redução das emissões de efeito estufa”.

De acordo com a sua pesquisa, o principal problema da ideia é o “tabu generalizado” de comer carne humana e disse que as “atitudes conservadoras” podem dificultar convencer os suecos em geral a adotar a prática do canibalismo.

Canibalismo
Independentemente da provável imensa resistência à ideia de comer pessoas, Söderlund disse que era importante examinar diferentes opções “em nome da sustentabilidade”.

Söderlund não está sozinho em seu chamado para rejeitar o “tabu do canibalismo”. No ano passado, o renomado cientista ateu e evolucionista Richard Dawkins defendeu a carne cultivada em laboratório e sugeriu que ela pode ser usada para “superar nosso tabu contra o canibalismo”.

“Cultura de tecidos ‘carne limpa’ já em 2018? Há muito que anseio por isso. E se a carne humana for cultivada? Poderíamos superar nosso tabu contra o canibalismo?”, disse Richard Dawkins, em 3 de março de 2018.

No mês passado, os psicólogos Jared Piazza e Neil McLatchie, da Universidade de Lancaster, também questionaram o tabu sobre o canibalismo em um artigo para a Newsweek. Mas, não concordaram em quebrá-lo.

Ativismo climático
O canibalismo não é a única “carne alternativa” defendida por ativistas da “mudança climática”.

Muitos adotaram imitações de carne à base de plantas, enquanto outros apoiaram a “carne” feita de insetos, como uma maneira de reduzir as emissões de efeito estufa e economizar no uso da terra e da água.

Uma pesquisa da YouGov no Reino Unido constatou que 37% dos entrevistados pensavam que o número de produtos alimentares contendo insetos aumentaria nos próximos 10 anos.

No ano passado, na cidade alemã de Aachen, consumidores foram convidados a experimentar hambúrgueres feitos de vermes de búfalo. As reações do público foram mistas.

Casos de canibalismo
Em fevereiro deste ano, um espanhol de 26 anos foi preso em Madri por canibalismo. Segundo o jornal espanhol El País, Alberto Sánchez Gómez matou a própria mãe, cortou o corpo em pedaços e em seguida o comeu. Ele também deu pedaços do corpo de sua mãe para seu cão.

A cena repugnante ocorreu no último andar de sua própria casa. O canibal guardou os pedaços do corpo de sua mãe, que era viúva, em diferentes recipientes de plástico. Quando o homem foi descoberto, ele confessou o horrendo ato.

Em fevereiro de 2018 na França, 3 homens foram presos no subúrbio de Clichy-sous-Bois, em Paris, densamente povoado por migrantes, por atacarem um homem mordendo o rosto e depois comendo os pedaços de carne que haviam mordido. De acordo com o Le Parisien, os homens, originários de Cabo Verde, foram presos depois de atacarem um homem que estava andando em um beco e arrancaram pedaços de sua orelha e lábio inferior.

A vítima foi capaz de combater os agressores, ferindo um deles no tornozelo, antes que a polícia chegasse pouco tempo depois e prendesse os três africanos. Tanto a vítima como o homem ferido foram levados ao hospital.

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Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.

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