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Presidente do Congresso Judaico Europeu adverte que até 2050 talvez não haja mais judeus na Europa

Thaís Garcia

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em

Imagem: Reprodução

A população judia da Europa, com cerca de 1,4 milhão de pessoas, pode desaparecer em meados deste século, alertou o filantropo e ativista judeu Moshe Kantor, fundador do Fórum Mundial do Holocausto (WHF) e presidente do Congresso Judaico Europeu (EJC).

Em uma entrevista a Efi Triger, do Galei Tzahal, transmitido no “Good Morning Israel” na manhã de quarta-feira (22), Kantor disse que o aumento do antissemitismo em todo o mundo poderia potencialmente levar a uma catástrofe global.

“O tamanho deste evento corresponde ao nível de antissemitismo hoje”, disse Kantor na véspera do 5º Fórum Mundial do Holocausto, realizado em Jerusalém.

 “Sou muito grato pelo entendimento que temos entre o Presidente Rivlin, que convidou todos a virem para cá, e os líderes do mundo que entenderam o momento especial. O antissemitismo pode ser um movimento que leve a um desastre global. É possível que em 30 anos não haja mais judeus na Europa. 40% estão pensando em deixar a Europa definitivamente. Todos os anos, todos os anos, 3% saem da Europa”, acrescentou Kantor.

Dezenas de líderes mundiais são recebidos em Israel nesta semana para o fórum, incluindo o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, o presidente russo, Vladimir Putin; o rei da Holanda, Willem-Alexander, rei Filip da Bélgica; o presidente da Geórgia, Salome Zourabichvili e o presidente do Conselho Europeu e ex-primeiro-ministro da Bélgica, Charles Michel.

 

Com informações, Arutz Sheva.

 

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Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

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