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Muçulmanos protestaram contra igualdade de gênero e homossexualismo em Birmingham, Inglaterra

Alguns manifestantes muçulmanos disseram preferir deixar o Reino Unido do que permitir que seus filhos continuem frequentando a escola.

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Foto: Caters News Agency

Mais de 300 pais muçulmanos acompanhados dos filhos reuniram-se em frente ao Parkfield Community School, Birmingham, Inglaterra, em protesto contra lições sobre igualdade, incluindo questões de homossexualidade e gênero.

Mas nem só de jogar gays de prédios altos vivem os muçulmanos… e nesse determinado protesto chegaram a dizer que preferem deixar o Reino Unido do que permitir que seus filhos frequentem uma escola que ensine tal tipo de igualdade. Ingratidão? 

Além das diferenças de gênero, a escola trata de diferenças raciais, religiosas, e até diferenças de faixa etária e deficiências físicas. 

Os alunos foram mantidos fora das aulas durante a primeira hora do dia. Alguns se juntaram aos cânticos e seguraram cartazes dizendo: “Educação, não doutrinação”. Uma criança carregava um cartaz que dizia: “Deixe as crianças serem crianças”.

É interessante notar que, — salvas as infinitas diferenças — os dizeres dos cartazes assemelham-se aos protestos de conservadores contra a chamada doutrinação progressista. E é mais interessante notar que os progressistas estão sempre do lado dos muçulmanos, que os detestam, e em não poucos casos, que os matam. Quem são os verdadeiros intolerantes?

Com informações de Voice of EuropeDaily Mail

Cristão, conservador — o termo usado por idiotas é extrema direita: pró-vida, pró-família, pró-armas —, pedagogo, escritor e poeta. Vivo de poesia pra não morrer de razão. — www.andersonsandes.net

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10 Comentários

10 Comments

  1. Adila coelho Coelho Silva

    20.02.2019 at 22:18

    “educação, não doutrinação” “deixe as as crianças serem crianças” isso me lembra outro paip

  2. GUILHERME HENRIQUE GONCALVES

    20.02.2019 at 19:55

    Não dá pra entender nada nos cartazes pela má qualidade da foto, já vi que é jornalismo sério hein

  3. Crows000

    19.02.2019 at 21:19

    Queria ver a cara dos esquerdista lendo essa noticia

  4. Raphaell

    19.02.2019 at 18:58

    Ngm é obrigado a aceitar nada! viva o islam!!!!

  5. Eduardo Araújo

    19.02.2019 at 16:31

    Quero ver como os progressistas hipócritas se sairão dessa, afinal, os muçulmanos são usados por eles para impor a sanha cristofóbica. Tudo é na base de “não ofender os muçulmanos”, não é mesmo? E agora?

  6. Evandro Oliveira

    19.02.2019 at 15:15

    Dar a lacração de ‘ingratidão’ a isto é um tanto questionável. Sem contar que, muito provavelmente, muitos ali são cidadãos natos ao invés de ‘refugiados’. Sendo que muitos desses refugiados abandonaram seus países por não se submeterem suas crenças a mudancas que outros poderes de suas terras natal queriam impor. Se fosse um grupo ‘cristão’ que estivesse protestando, a mídia e esquerda escreveria com palavras mais duras esta manifestação. A manifestação é legítima. Se um lado protesta e protestou para esses temas serem abordados na sala de aula, é legítimo e respeitável que o outro lado faça o mesmo. Eis um daqueles pontos que vemos a perigosa fronteira da ‘democracia’, onde um lado sempre sai perdendo e a nação/estado precisa decidir por uma decisão autoritária ou liberal.

  7. Leia Maria

    19.02.2019 at 12:21

    Não é curioso que a mesma esquerda que diz defender gays também defende a invasão muçulmana na Europa?

  8. Alceu

    19.02.2019 at 12:17

    O Jean willis adora os muçulmanos e o che guevara, só que esses dois querem mais é que os homossexuais morra.m.
    Vai ser jegue assim lá na…

  9. @gab.ai:Marcio (@marcioabade)

    19.02.2019 at 11:08

    Isso vai “bugar” o cérebro muitos esquerdistas, hahaha

  10. O Jean Wyllis vai reclamar dessa opressão?

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