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Mais de mil cientistas doutorados tornaram público seu ceticismo acerca da Teoria de Darwin

“Somos céticos quanto às alegações da capacidade de mutações aleatórias e da seleção natural para explicar a complexidade da vida”, alegam cientistas.

Thaís Garcia

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Mais de mil cientistas doutorados de todo o mundo se distanciaram publicamente da Teoria da Evolução, de Charles Darwin. Estes, assinaram a declaração “A Scientific Dissent from Darwinism” (Uma Dissidência Científica do Darwinismo) no site dissentfromdarwin.org.

A iniciativa da declaração teve origem em 2001, através do Instituto Americano Discovery, como resposta às falsas declarações de que “um cientista sério, não duvida da Teoria Neodarwiniana”.

Desde então, o número de signatários tem crescido constantemente, passando de mil nesta semana.

Signatários

A Lista inclui cientistas membros da Academia Nacional de Ciências da Rússia, República Tcheca, Brasil e EUA.

Além destes, grande parte dos signatários são professores e pesquisadores de universidades e institutos de pesquisa.

Como por exemplo, da Universidade de Cambridge; do Museu de História Natural de Londres; da Universidade Estatal de Moscou; da Universidade de Hong Kong; da Universidade de Stellenbosch, na África do Sul; do Instituto de Paleontologia Humana da França; da Universidade de Ben-Gurion, em Israel; e das renomadas Instituições americanas: MIT, Smithsonian, Yale e Princeton.

Entre os signatários de nomes respeitáveis, estão Dr. Philip Skell, membro da Academia Nacional de Ciências dos EUA; Dr. Lyle Jensen, membro da Associação Americana para o Avanço da Ciência; Dr. Stanley Salthe, biólogo e autor de livros escolares; Dr. Richard von Sternberg, biólogo do Instituto Smithsoniano e pesquisador do Centro Nacional de Informações de Biotecnologia dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA; o Dr. iuseppe Sermonti, editor da “Rivista di Biologia”, a mais antiga revista do mundo sobre biologia ainda em circulação e o Dr. Lev Beloussov, embriologista da Academia de Ciências Naturais da Rússia.

A Declaração

Uma das principais afirmativas da Declaração é: “Somos céticos quanto às alegações da capacidade de mutações aleatórias e da seleção natural para explicar a complexidade da vida. Um exame cuidadoso das evidências da teoria darwinista deve ser encorajado”.

“A teoria da evolução de Darwin é o grande elefante branco do pensamento contemporâneo”, disse o Dr. David Berlinski, um dos signatários originais, que é matemático e filósofo científico no Centro de Ciência e Cultura do Instituto Discovery.

E completou: “A teoria de Darwin é volumosa, quase completamente inútil, e objeto de veneração supersticiosa”.

A necessidade de resposta

De acordo com o doutor John G. West, diretor do Centro de Ciência e Cultura do Instituto Discovery, “os esforços dos darwinistas para usar os tribunais, os meios de comunicação e os comitês acadêmicos para suprimir a dissidência e reprimir o debate, estão na verdade, inflamando mais dissidência ainda e inspirando mais cientistas a pedir sua inclusão na lista”.

De acordo com West, a criação do site, é a resposta do Instituto à demanda de informações e acesso à lista, por parte do público e de cientistas que querem que seus nomes sejam acrescentados à lista.

Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.

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18 Comentários

18 Comments

  1. THOMAS

    28.02.2019 at 22:47

    Mais de 1400 cientistas com nomes Steve, Stephen Estevan e semelhantes assinaram uma lista dizendo que estão de acordo com a teoria, quem tiver curiosidade, pesquise Project Steve.

    Além disso 1000 cientistas são menos de 0,1% da comunidade científica.

  2. Eduardo Araújo

    28.02.2019 at 16:37

    Pelo que entendi, do texto, os cientistas signatários dessa declaração não estão dizendo “oi, somos criacionistas e a evolução não existe”.

    O que eles propugnam – e eu concordo plenamente – é a liberdade para discordar de pontos ou mesmo de toda uma teoria evolucionista (notem: de UMA teoria, não DA teoria), sem por isso serem banidos de sua cátedras acadêmicas e colocados num ostracismo intelectual, pelo simples fato de questionar até mesmo um itenzinho dos postulados evolucionistas.

    De um certo modo, para muitos que vivem berrando adoração à ciência e esculhambando os crentes religiosos, a verdade é que essa teoria se tornou, sim, uma espécie de vaca sagrada ateísta.

    Por outro lado, que conhecimento científico é esse que necessita de tribunal, repressão à divergência, ataques a quem dele discorda? A impressão é de fragilidade em suas bases epistemológicas.

  3. Evaldo Dias

    28.02.2019 at 14:56

    Aristóteles afirmou que “todo movido é, necessariamente, movido por algo”, ou seja, para que tudo o que é material, no universo, entre em movimento, é necessário um motor que dê-lhe movimento ininterruptamente. Nisto ele tinha razão. Embora acreditasse que este motor tem de ser “imóvel em sim mesmo”, ele tinha razão ao afirmar sobre a existência de algo – neste caso, um Ser – que dá movimento a todas as coisas.

    Séculos depois, Este ser veio ao mundo para revelar-se à criatura, sobre o qual Paulo escreveu, corroborando a afirmação de Aristóteles: ‘Pois nele vivemos, nos movemos e existimos’, como disseram alguns dos poetas de vocês: ‘Também somos descendência dele’ (Atos 17:28). “…há um ser pessoal autoconsciente, auto existente, que é a origem de todas as coisas e que transcende a criação inteira, mas ao mesmo tempo é imanente em cada parte da criação” – Louis Berkhof

  4. Francisco Almeida

    27.02.2019 at 08:50

    Quanta baboseira eu li nos comentários. Uns defendendo cegamente o darwinismo, outros cegamente o contrário. O que os cientistas “dissidentes” querem fazer é abrir a discussão e a possibilidade de novos estudos em outras direções, e não que Darwin estava errado completamente, absolutamente. Só existe esse grupo de cientistas dissidentes porque o grupo que acredita fielmente na teoria de Darwin impede que novos estudos sejam feitos, retirando recursos para pesquisas, impedindo acessos à estudos já feitos, etc.

    • Wendel Miranda Andrade

      28.02.2019 at 09:35

      Comentário coerente, é isso mesmo. A ciência não e religião.

  5. Rodrigo Mamédio

    26.02.2019 at 21:10

    o Darwinismo se misturou demais esta teoria que o próprio alegou ser especulações sem fundamento aprofundado tendo que o Darwin em 1.851 depois de perder sua filha começou a sair dos estudos das plantas e espécies que era mais a sua área por ter perdido a fé em Deus começou abraçar especificamente para opinara com ajuda de outro estudioso esta teoria naquele mesmo ano de lançamento sendo refutada pelos meios acadêmicos e a igreja católica .

  6. THOMAS

    23.02.2019 at 08:22

    O Project Steve tem quase uma vez e meia esse número em cientistas que concordam com a evolução, e só pode assinar quem se chama Steve, Stephen Estevan e semelhantes.
    Além disso, esta lista é majoritariamente formada por pessoas da área das ciências biológicas, geológicas e outras relevantes ao assunto, enquanto a Dissent é formada principalmente por pessoas de outras áreas.

    • alexandro

      23.02.2019 at 10:07

      Me mostre onde está o fóssil do elo perdido entre o macaco e o homem. Em qual museu? Me mostre uma prova.

      • Will Campos

        25.02.2019 at 19:10

        Alexandro, no museu de Nairóbi temos fotos do Homo gerogicus, Homo erectus, Homo abilis, Homo ergaster, Homo heidelbergensis fora um monte de fósseis de Australopithecus. Se não quer atravessar o oceano pra ver, vá ao museu de Zoologia da USP em São Paulo, lá também tem fósseis de hominídeos encontrados na América. Ou ignore tudo isso e continue repetindo “me mostre” como um papagaio.

        • Eduardo Araújo

          28.02.2019 at 16:23

          Will Campos, você citou espécies de hominídeos mencionou os australopitecíneos. Nenhum deles é considerado o elo perdido de que fala o Alexandro. Começa que não há certeza entre os paleoantropólogos acerca de uma suposta conexão evolutiva entre, por exemplo, o Homo habilis e o Homo erectus. Os cientistas – não os cientificistas fanáticos – cogitam a possibilidade de contemporaneidade entre algumas espécies, como se sabe ter ocorrido com as subespécies de Homo sapiens – o sapiens e o neanderthalensis.
          Enfim, ao contrário do que você deixa entrever no seu comentário, a sequência evolutiva humana ainda repousa em grossas camadas nebulosas da falta (e da qualidade) de registros.

  7. Limão de cera no carnaval da Bahia

    23.02.2019 at 02:04

    Bigots … Just bigots … Um bando de idiotas que não entendem ou fingem que não entendem o que é a síntese evolutiva e todas as revisões já feitas e aceitas na teoria darwinista com todos os seus defeitos inerentes à época. Todos motivados por essa infantilidade intelectual , chamada religião. Ao rastejante Sonivaldo recomendo a leitura do livro “Darwin’s Sacred Cause: Race, Slavery and the Quest for Human Origins”, de Desmond e Moore que mostra como Darwin, enquanto unitarista (infelizmente Darwin era bem crente e talvez a teoria fosse melhor se ele não fosse), lutava contra o racismo. O infradotado de raciocínio Thiago, ataca o Darwinismo e defende a escola austríaca, que nada mais é que um Darwinismo econômico. mcapires é só uma carolinha de quinta. Vão estudar beócios!!!!

    • Rodrigo Mamédio

      26.02.2019 at 21:14

      infantilidade religiosa para para vc que é ateísta mano

    • Pompeu

      27.02.2019 at 07:01

      Infantilidade é ler um livro e se achar dono da verdade absoluta. Cresça, criança.

    • Evaldo Dias

      28.02.2019 at 15:00

      Limão de cera no carnaval da Bahia apesar de tanto estudo, vc se mostrou o mais tolo de todos.

  8. Marcélio Lima

    23.02.2019 at 01:57

    Então estes digníssimos detentores da sapiência científica chegarão à conclusão que o universo e as espécies são criações divinas? kkkkkkkkkk A ideia era aprofundar mas a solução religiosa para a vida tem a profundidade de uma folha de papel!

  9. MCAPIRES

    23.02.2019 at 01:12

    O Design Inteligente (DI) vem reformando a visão da ciência sobre a criação. Para muitos cientistas é uma teoria infundada e que interpreta os dados a partir de uma visão contaminada pela religião. Essa teoria, diferente do Darwinismo que é midiatizado como um fato inquestionável, tem uma enorme dificuldade de ganhar espaço na mídia e no meio acadêmico, pois ainda é grande a parcela dos cientistas são declaradamente Darwinistas, e afirma que o DI não se trata de uma teoria científica, mas, na verdade, de pseudociência.

  10. Quem estudou história sabe muito bem que o darwinismo só se tornou popular durante o imperialismo. Todas as atrocidades cometidas nas colônias e até escravidão era sempre justificada com a teoria de Darwin. A revista National Geographic escreveu uma vez que o darwinismos foi motivo para muitos arqueólogos negarem a existência de Faróis Negros do Egito. Então, estou feliz em saber que mais cientistas e instituições estão refutando a tese do darwinismos, porque ela não é uma verdade absoluta. É só uma antiga fonte de investimento que pesquisadore usaram por anos e agora receiam ficar sem. Aliás, mais uma coisa que tem que ser corrigida na educação brasileira por este governo.

  11. Thiago Costa Cardoso

    22.02.2019 at 22:09

    Fico feliz em saber que os cientistas modernos estão estourando as bolhas sobre ‘verdades absolutas’ constuidas por cientistas do século 18 e 19, e se despondo a debater e a fazer estudos comprobatórios. Fico na espera que os cientistas das áreas climáticas e econômicas façam o mesmo, estorando suas bolhas sobre o ‘aquecimento global’ ser culpa do homem, na minha opinião tem muito pouco estudo comprobatórios, e na economia que os cientistas aceitem de uma vez por todas aceitem as provas comprobatórias apresentadas pela ‘Escola Austríaca de economia’ e parem de usar o método keynesiano, que o próprio já assumiu que estava errado em um debate entre ele e o economista Friedrich Hayek.

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