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Conservadores na Holanda fazem abaixo-assinado contra filme de Natal da Netflix e Porta dos Fundos

Thaís Garcia

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Conservadores na Holanda fazem abaixo-assinado contra filme de Natal da Netflix e Porta dos Fundos 16
Imagem: Reprodução

Após grande repercussão e indignação sobre o filme de Natal da Netflix e Porta dos Fundos no Brasil, a produção também gerou desagrado no exterior. Conservadores, políticos e líderes cristãos holandeses manifestaram seu repúdio ao ataque à fé cristã, promovendo um abaixo-assinado online direcionado à Netflix.

Até o fechamento da matéria [atualizado em 16 de dezembro de 2019] já haviam assinado o manifesto 210.246 pessoas.

No Brasil, quase 2 milhões de pessoas já assinaram o abaixo-assinado online promovido por cristãos pelo impedimento do filme de Natal da Netflix e Porta dos Fundos, por ofender gravemente os cristãos.

O abaixo-assinado holandês é dirigido à direção do Netflix: o diretor Reed Hastings, o diretor de conteúdo Ted Sarandos e o chefe de atendimento ao cliente Jeff Hensien.

“Para Reed Hastings, Jeff Hensien e Ted Sarandos,
Ouvimos dizer que um show de séria blasfêmia do grupo brasileiro de comédia Porta dos Fundos será transmitido na Netflix, no qual Jesus Cristo é retratado como homossexual, a Virgem Maria é terrivelmente desonrada, Deus Pai é blasfemado e os discípulos são retratados como alcoólatras.

Este é um ataque direto a tudo o que os cristãos e o cristianismo representam, sob o disfarce de uma “produção artística”. A Netflix também ofereceria espaço para um programa no qual Alá ou Maomé são difamados de maneira semelhante?

Por favor, pare a exibição deste terrível show.

No abaixo-assinado é explicado aos assinantes o conteúdo da produção.

“Todos os anos, o grupo brasileiro de “comédia” “Porta dos Fundos” produz um “especial de Natal” no qual Cristo, cristãos e cristianismo são ridicularizados. Este ano eles chamam o especial “A primeira tentação de Cristo”.

Seus programas têm um forte caráter blasfemo e sempre usam a “liberdade de expressão” e o termo “produção cultural” como uma desculpa para ridicularizar a fé cristã e desgastar os cristãos e todos com sua blasfêmia explícita (por incrível que pareça, eles apontam suas flechas nunca ao budismo ou ao islamismo).

O grupo normalmente publica seus vídeos no YouTube, mas este ano o “Especial de Natal”, no qual Jesus Cristo é retratado como um homossexual que até tem sentimentos pelo diabo, é transmitido pela Netflix, com legendas em alemão, francês, inglês e italiano.

A virgem Maria também é terrivelmente difamada (tão ruim que nem me atrevo a nomeá-la) e os discípulos são retratados como alcoólatras. Até Deus, o Pai, é terrivelmente blasfemado.

Isso é completamente inaceitável. Ninguém tem o direito de seguir esse caminho sob o disfarce de um “projeto artístico”. As consequências são claras: o público em geral se torna gradualmente insensível à difamação de Deus, fé e fieis.

É por isso que estamos lançando uma petição dirigida ao diretor da Netflix, Reed Hastings, ao diretor de conteúdo Ted Sarandos e ao chefe de atendimento ao cliente Jeff Hensien, pedindo que parem com esse terrível show.

PARE a blasfêmia “especial de Natal”.

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Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.

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