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Grupos e ativistas fazem campanha contra candidatura da China a um assento no Conselho de Direitos da ONU

Raul Holderf Nascimento

Publicado

em

Getty Images

A Human Rights Watch (HRW), com sede em Nova York, e a rede Chinese Human Rights Defenders (CHRD), emitiram declarações esta semana para uma série de abusos que teriam sido cometidos pela China.

De acordo com a Free Ásia, o grupo destaca a necessidade dos Estados membros votarem contra a China na votação do próximo Conselho de Direitos Humanos, que ocorrerá dia 13 de outubro.

“Instamos os Estados membros da ONU a tomarem medidas fortes e eficazes em resposta ao aumento das violações dos direitos humanos na China e ao fracasso do governo em implementar totalmente as recomendações [da ONU]”, disse o CHRD por meio de sua conta no Twitter na quinta-feira .

O comunicado vai além, frisando que “o governo chinês falhou em proteger e promover os direitos humanos de forma significativa e explorou o processo de Revisão Periódica Universal das Nações Unidas”.

Ainda segundo o texto, o Partido Comunista Chinês, no poder, não conseguiu implementar nenhuma das 58 recomendações feitas durante sua revisão de direitos humanos em novembro de 2018.

“Sob o regime cada vez mais draconiano de Xi Jinping, o governo chinês intensificou a repressão aos direitos humanos, em particular, em sua repressão aos críticos da forma como o governo lida com a pandemia COVID-19, a perseguição de minorias religiosas étnicas em Xinjiang e no Tibete e a redução de liberdades civis e políticas em Hong Kong”, completou.

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Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

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