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Fundadoras esquerdistas do Black Lives Matter se recusam a revelar origem dos U$ 74 milhões arrecadados pelo movimento

Thaís Garcia

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Sean Lee | Unsplash

Alicia Garza, Patrisse Cullors e Opal Tometi, as fundadoras esquerdistas do movimento Black Lives Matter (BLM), estão fazendo fortuna. Desde maio de 2020, as doações milionárias para a organização cresceram exponencialmente chegando a 90 milhões de dólares (cerca de 500 milhões de reais), de acordo com a Associated Press (AP).

Longe de serem punidas por causa das manifestações convocadas pelo BLM – que culminaram em onda de violência, saques, destruição de lojas, monumentos e estátuas, incêndios em muitas cidades americanas e mortes – suas arquitetas são recompensadas ​​com enormes quantias milionárias. O trio de mulheres – que publicamente assumiram sua admiração pelo terrorista e assassino Pantera Negra, Assata Shakur – lucrou muito com sua ideologia liberticida.

Patrisse Cullors já o havia delcarado em 2015: “Somos marxistas formadas”, disse ela. Elas sabiam muito bem o que estavam fazendo. Sob os mantras de “justiça e igualdade racial”, elas justificaram a violência usada pelo movimento nas ruas. Elas seguem de perto o roteiro da agenda comunista e, além disso, contam com a cumplicidade da grande mídia e do Partido Democrata. Assim, o terrorismo de rua imposto por seu braço armado, a organização Antifa, pôde circular livremente, fazendo com que cada protesto terminasse em um verdadeiro inferno. Quanto mais vidros quebrados, maior o benefício financeiro para o BLM. “As vidas humanas perdidas não têm o mesmo valor que os bens e propriedades danificados”, responderam as cofundadoras à mídia quando questionadas sobre a destruição de comércios e os ataques a veículos policiais.

A fortuna sorri para as “anticapitalistas” e elas não compartilharão o bolo tão facilmente quanto pensava sua rede de fundações associadas ao Black Lives Matter. Agora que depois de um ano se tornaram uma macro-organização internacional, e as comunistas, disfarçadas de “antirracistas”, parece que não querem compartilhar sua arrecadação, pelo menos como prometeram às suas subsidiárias e filiais nos Estados Unidos.

Um dos grupos da rede, o#BLM10, recusou a oferta de financiamento da Fundação Black Lives Matter no ano passado e reclamou publicamente da falta de transparência dos doadores. Na verdade, eles recentemente denunciaram “receber pouco ou nenhum recurso financeiro do movimento desde seu lançamento em 2013”, disseram seus líderes à Associated Press.

Para se desculparem, elas admitiram que estão sobrecarregadas com tanto sucesso e, portanto, têm que fazer as contas, segundo a AP.

O grupo #BLM10, que vem expondo a vergonha que é o movimento BLM, reconheceu que as quantias oferecidas “estão longe de ser equitativas, se comparadas à arrecadação obtida pelo Black Lives Matter este ano”. E é que a solidariedade com seus “irmãos negros”, no que diz respeito à divisão dos lucros, desapareceu.

O BLM também se recusou a fornecer os nomes dos doadores à Associated Press. Algo que também escala outros subgrupos ligados à rede Black Lives Matter. Esse obscurantismo que cerca o aparato financeiro, e que vem sendo criticado publicamente pelas associações que colaboraram com os cofundadores, obrigou seus dirigentes a reconhecer que não foram claros sobre as finanças e a governança do movimento ao longo dos anos. Enquanto isso, culpam o gestor por suas finanças e explicam que as despesas têm que ser aprovadas por um fundo de “ação coletiva” e que tudo leva tempo. Mas os membros do #BLM10 ainda “estão com a pulga atrás da orelha”. O que aconteceu com as doações milionárias de Beyonce, Jay-Z ou Prince, antes de sua morte em 2016? A realidade não enquadra os membros do grupo que se rebelou contra o BLM.

Seja como for, Black Lives Matter afirmou que já está construindo uma enorme infraestrutura para passar das ruas à gestão política. A fundação informou à AP News que distribuirá US $ 21,7 milhões em doações a afiliados oficiais e não-oficiais. Em 2020, eles acabaram com um saldo positivo de US $ 60 milhões. O BLMGNF agora está construindo infraestrutura para acompanhar a velocidade de seu financiamento e planeja usar sua dotação para entrar no plano de gestão política além dos protestos nas ruas, eles apontou. Nesse sentido, os gastos da fundação com pessoal, administração e propaganda em 2020 foram de 8,4 milhões de dólares. O que significa que sua receita foi quase 10 vezes maior que suas despesas. Um “ótimo” negócio.

Porém, deve-se destacar que o site quase não menciona um plano estratégico específico sobre a quem serão direcionadas as doações milionárias, sim, caso sejam distribuídas. A única coisa que detalham, em termos gerais, é que o dinheiro será destinado “para combater o racismo” e “financiar comunidades negras”, mas não especificam mais nada.

Embora as fundadoras do BLM não desejem “expor” os milionários financiadores, é de conhecimento que empresas como Microsoft e Intel fizeram doações para o Black Lives Matter Global Network e Color of Change, durante 2020. Da mesma forma, a Fundação Ford, Amazon e Arbnb também doaram milhões de dólares. Além disso, eles obtiveram receitas da ActBlu, uma fundação dos democratas que, segundo o The New York Times, contribuiu com 40 milhões de dólares para a organização das ativistas “anticapitalistas” do BLM.

Outro financiador, conforme publicado pela Heritage Foundation e ecoado pela Digital Freedom, seria uma associação sino-americana ligada ao Partido Comunista Chinês (PCC), especificamente, a Associação Progressista Chinesa (APC). Esta organização foi a promotora da República Popular da China e foi fundada em San Francisco, Califórnia, em 1972.

Com informações, Libre Mercado.

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.