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Epidemiologista francês afirma que 1.291 pacientes foram tratados em Marselha com hidroxicloroquina e azitromicina

Thaís Garcia

Publicado

em

Imagem: Ian Hanning/Réa

O epidemiologista francês, Dr. Didier Raoult, afirmou que 1.291 pacientes foram tratados no Instituto HU Méditerranée Infection, em Marselha, com a administração de hidroxicloroquina e azitromicina até 30 de março de 2020.

Ainda ontem (29), o médico epidemiologista havia divulgado no Twitter que 1.003 pacientes haviam sido tratados com o protocolo hidroxicloroquina-azitromicina.

“Nossa prioridade é curar pacientes diagnosticados com COVID-19. Obrigado às equipes de diagnóstico e assistência que são mobilizadas dia e noite”, escreveu Didier Raoult no Twitter.

Na semana passada, o epidemiologista francês havia relatado que o recente estudo de sua equipe de pesquisa foi capaz de repetir suas descobertas de um estudo anterior sobre o uso do medicamento antimalária para o tratamento do vírus chinês SARS-COV2, que causa a doença Covid-19.

Raoult havia administrado hidroxicloroquina e azitromicina a 80 pacientes e observou melhora em todos os casos, exceto em uma paciente de 86 anos com uma forma avançada de infecção por coronavírus chinês.

Em 27 de março, Dr. Raoult publicou no Twitter seus resultados.

“Nossos dois artigos publicados hoje à noite ajudam a demonstrar: 1. A eficácia do nosso protocolo, em 80 pacientes. 2. A relevância da combinação de hidroxicloroquina e azitromicina, graças a pesquisas realizadas em nosso laboratório de contenção P3”, escreveu Didier Raoult.

 

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