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Novo prefeito globalista de Budapeste, Gergely Karácsony, pede a volta da Universidade de Soros à Hungria

Thaís Garcia

Publicado

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Novo prefeito globalista de Budapeste, Gergely Karácsony, pede a volta da Universidade de Soros à Hungria 19

A primeira ação que o novo prefeito globalista de esquerda de Budapeste tomou, desde que foi eleito, foi permitir que a Universidade da Europa Central (CEU) de George Soros permanecesse na capital húngara.

No ano passado, a CEU planejava mudar seus programas de graduação para Viena, na Áustria, depois que o governo húngaro aprovou uma lei em 2017 que declarou que a universidade não poderia mais emitir diplomas dos EUA ao lado dos húngaros.

No domingo (20), os partidos de oposição da Hungria se uniram em uma coalizão que conseguiu derrotar o partido conservador de direita, o Fidesz, nas eleições locais em várias cidades, a mais importante delas foi a capital da Hungria, Budapeste. Os partidos que se opunham ideologicamente uns aos outros no passado se uniram para derrotar o partido de Viktor Orbán em várias eleições locais.

O ex-prefeito de Budapeste, Istvan Taros, do partido Fidesz de Viktor Orban, será substituído por Gergely Karácsony, do partido verde globalista de esquerda Párbeszéd.

Gergely Karácsony prometeu aprovar várias mudanças na capital húngara.

Segundo um relatório do Financial Times, uma de suas principais prioridades é pedir à Universidade da Europa Central, de George Soros, que permaneça em Budapeste.

A Universidade da Europa Central, uma universidade de artes liberais fundada pelo globalista George Soros, havia recentemente transferido grande parte de sua operação para Viena, depois de ter sido expulsa da Hungria pela legislação aprovada pelo partido conservador Fidesz.

O governo de Viktor Orbán vinha combatendo Soros e sua universidade que propagam e ensinam ideias, valores e políticas contrárias às ideias e valores democráticos da Hungria.

Orbán denunciou Soros várias vezes por usar seus bilhões para financiar e inundar a Europa com migrantes muçulmanos, além de propagar ideias marxistas em todo o continente.

Segundo o Voice of Europe, após as recentes eleições municipais da Hungria, dos 10 milhões de cidadãos da Hungria, 3 milhões vivem em áreas onde a oposição de esquerda tem poder localmente.

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Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.

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