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“Os únicos no mundo que lamentam a morte de Soleimani são os esquerdistas”, diz Nikki Haley

Thaís Garcia

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Imagem: AP Photo/Sean Rayford

Ex-embaixadora dos EUA na ONU e a 116º governadora do estado da Carolina do Sul, Nikki Haley, disse que os únicos que lamentam a morte de Soleimani são os esquerdistas.

Em uma entrevista ao canal de TV FOX News, Haley disse que o Irã não tem aliados, exceto os esquerdistas do Partido Democrata. Nem os países do Golfo, nem a China, nem a Rússia se pronunciaram a favor do Irã.

Segundo Haley, todos sabem que Soleimani era um homem tomado pela maldade, todos viram a destruição causada por suas mãos e quantas vidas foram perdidas por causa dele.

“Os únicos que lamentam a perda de Soleimani são nossa liderança democrata e candidatos presidenciais democratas”, disse Haley.

Nikki Haley também disse que o ataque a Soleimani deixou o regime iraniano “com as pernas tremendo”.

“O Irã não esperava essa ação do presidente Trump. Eles achavam que poderiam continuar com seus ataques e atingir americanos, como na embaixada no Iraque. Mas o presidente [Trump] não permitiu. Soleimani era a grande estratégia iraniana. Ele era quem mandava matar, quem decidia os alvos e dava os comandos. Agora, ele se foi.”, disse Haley.

Segundo Haley, o Irã terá que se reagrupar e descobrir o que deve ser feito após a decisão do presidente Trump de neutralizar seu principal general.

Para Nikki Haley, o presidente Trump agiu com longanimidade. Há dois anos, os EUA já vêm alertando o mundo, na ONU, das ações malignas do Irã.

“Soleimani foi banido por suas ações fora de seu país. O que ele estava fazendo no Iraque? Ele estava se movimentando estrategicamente do lado de fora [Síria, Líbano e Iraque]”, disse Haley.

A ameaça iraniana é a maior da região. Até mesmo os países vizinhos como a Jordânia, Egito e a Arábia Saudita estão, agora, trabalhando juntos a Israel.

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Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.

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